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31/03/2016

Divulgação: As Coisas que Perdemos

Olá, leitores da Academia! Hoje é dia de #divulgação! Vocês já conhecem a nossa autora parceira Denise Flaibam? Ela é autora da obra "Os Mistérios de Warthia: A Profecia de Mídria" (resenha), "Os Mistérios de Warthia: A Fortaleza Dragão" (primeiras impressões) e "Rubi de Sangue". Já li a primeira obra da autora e recomendo muito a leitura! Os outros livros estão na minha lista de leituras do ano e espero poder trazer ótimas impressões para vocês.  Recentemente ela anunciou sua mais nova obra \0/ Vamos conhecer um pouco sobre:

Créditos da imagem: Mirella Santana

Sinopse:

O mundo acabou como uma tempestade. Primeiro houve o caos, e então o silêncio. A Morte se espalhou pelas ruas. Morte, porque ela tomou a humanidade para si. O silêncio do fim foi substituído por uma orquestra de sons grotescos, pelo arrastar lento e caótico de corpos moribundos; pelos sons do medo. O que antes regia a sociedade não existe mais. Tudo foi deixado para trás. Viva ou morra. Lute ou morra. Mate ou morra. Dylan ouviu falar sobre um lugar seguro. Lá, ela e Max podem ter uma nova chance. O garotinho de quem ainda está cuidando, mesmo quando tudo acabou, é o seu gatilho para seguir em frente. Se não existe esperança, para que lutar?As fronteiras artificias que marcam o fim do mundo trilham perigos e incertezas para aqueles que escolheram viver, e uma assustadora pergunta passará a comandar todos os movimentos dos que ainda resistem: até onde você irá para sobreviver?

Foto: Denise Flaibam

Sobre a autora:

Se apaixonou por histórias de fantasia quando foi apresentada a Harry Potter, quis lutar em batalhas medievais quando conheceu O Senhor dos Anéis, sonhou viajar para terras místicas ao ler Nárnia e desejou navegar por mares desconhecidos ao assistir Piratas do Caribe. Nasceu em 1995. É moradora de Morungaba, cidadezinha do interior de São Paulo. Inspirada pelas histórias épicas de Rowling, Tolkien e Lewis, onde a magia a arrastou para tantos universos fantásticos, decidiu inventar o seu próprio mundo. Dai surgiu Os Mistérios de Warthia. Denise mergulhou na construção de Warthia aos onze anos de idade. Aos dezessete, publica o primeiro livro de sua criação: A Profecia de Mídria, da quadrilogia “Os Mistérios de Warthia”. Graças à fascinação pelos piratas, desde Gancho até o capitão Jack Sparrow, criou o romance Rubi de Sangue. Se depender dela, histórias repletas de aventuras e suspense não faltarão!



O que acharam, leitores?

[ATUALIZAÇÃO] - A obra está disponível no site da Amazon!
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30/03/2016

Elencos Imaginários #01: A lição de Anatomia do Temível Dr. Louison

Olá, leitores da Academia! Tudo bem com vocês? Hoje trazemos a vocês, nossos queridos leitores, mais uma grande novidade! Vamos estrear uma nova coluna no blog chamada Elencos Imaginários!
Vivemos em uma época onde a literatura tem se transportado cada vez mais para as telas do cinema (e contas do Netflix). Obras adaptadas não faltam, não é mesmo? Esse ano 
teremos várias adaptações (e é claro que falaremos de alguns filmes na nossa coluna “Cine Academia”). 
Bom, mas é os nacionais? Já pararam para pensar como seria a adaptação da obra do autor nacional x ou y? Quem seriam os atores? Quem seria o diretor? É essa a proposta que traremos nessa nova seção do blog. Uma brincadeira (com fundos de “pelo amor Netflix! Nunca te pedi nada”).
Para a estreia, convidamos nosso autor parceiro e amigo Enéias Tavares, criador do mundo de Brasiliana Steampunk e autor da obra “A Lição de Anatomia do Temível Dr. Louison”. Sentem-se, peguem sua pipoca e divirtam-se com nosso Elencos Imaginários!



Enéias Tavares

Como já expressei em algumas entrevistas, em minha opinião, o que ainda falta para a consolidação da nossa literatura fantástica nacional seria a adaptação para um grande filme ou minissérie televisiva, como vemos acontecer nos efervescentes mercados estadunidenses e ingleses. Todos ganhariam com isso: Editoras em busca de leitores e emissoras ou produtoras em busca de espectadores, vide o crescente desafio do audiovisual brasileiro em manter suas audiências. Assim, foi com grande entusiasmo que aceitei o convite de Luciano Vellasco para estrear a seção Elencos Imaginários do Academia Literária DF.
Para um escritor, é delicioso cogitar quais seriam os artistas que personificariam os heróis e heroínas de seu mundo ficcional. No caso de Brasiliana Steampunk, esse exercício imaginário, que talvez um dia se realize – vá saber o que os deuses ou os mestres da Netflix têm em mente! – é intensificado pela oportunidade única de não apenas revisitar nosso patrimônio literário como também de valorizar a diversidade étnica e cultural que compreende nosso grande país. Espero que vocês se divirtam com essa brincadeira hipotética. Eu particularmente, senti-me um demiurgo blakeano ao escalar essas estrelas!



Para a direção, não consigo imaginar ninguém melhor do que o mestre Luiz Fernando Carvalho, responsável por pérolas televisivas como Os Maias, Hoje é dia de Maria, Capitu e a Pedra do Reino, além de filmes memoráveis como Lavoura Arcaica e a recente minissérie Dois Irmãos. Seu cuidado com a fotografia, com a reconstituição de época, bem como com a dramaturgia é primoroso, resultando em obras que sempre expandem os limitados padrões da produção audiovisual. Baseada em sua paixão por recriações de obras literárias, penso que ele faria um trabalho memorável com os heróis de Porto Alegre dos Amantes.


Para o roteiro baseado em um romance cuja estrutura é um quebra-cabeça complexo e entrecortado, precisaríamos de um talentoso autor que não apenas tivesse experiência com a mídia audiovisual como também com o gênero romanesco. Essa especificidade é atendida por Max Mallmann, que além de ter assinado diversos roteiros para minisséries e novelas da Rede Globo, é o autor dos romances históricos e fantásticos “O Centésimo em Roma” e “As mil mortes de César”, ambos publicados pela editora Rocco.


Vamos agora ao elenco. Para o jornalista Isaías Caminha, criado por Lima Barreto, herói que nos introduz no universo de Brasiliana Steampunk, eu escalaria Fabrício Boliveira, que fez um trabalho corajoso e marcante no filme Faroeste Caboclo. Sua sensibilidade e força combinam com o jornalista que se vê capturado pelo mistério envolvendo o temível doutor Louison e a sociedade secreta Parthenon Místico.


Para a médium indígena Vitória Acauã, criada por Inglês de Souza, eu sugeriria Suyane Moreira. Além dos traços indígenas belíssimos, ela tem uma voz grave e firme, além de uma presença de cena fabulosa, vide sua atuação na minissérie Amazônia. Diante dela, não surpreende que Isaías tenha desistido de retornar ao Rio de Janeiro de Todos os Orixás.


Pensando no satanista imortal Solfieri de Azevedo, criado por Álvares de Azevedo, Gabriel Leone é uma escolha um tanto óbvia. Além da pele pálida e dos traços delicados, ele tem aquele olhar absolutamente intimidador e enigmático. Adorei-o em algumas cenas da minissérie Verdades Secretas, apesar de ali ele interpretar um sujeito bem mais sensível do que o amaldiçoado anti-herói de Noites na Taverna.


Para a vilã e femme fatale Madame de Quental, uma das personagens inéditas de “Lição de Anatomia”, escolheria Vanessa Giácomo. Apesar de interpretar papeis mais heroicos do que perversos, o ensaio dela para a Vogue Brasil, com fotos de Pino Gomes, comprova seu talento para o sedutoramente perverso, característica marcante desta integrante da Camarilha da Dor.


Quanto ao alienista alienado Simão Bacamarte, criado por Machado de Assis, indicaria o grande Tony Ramos, que não apenas tem uma carreira memorável como a profundidade dramática para interpretar o hediondo doutor e seus experimentos humanos, tudo pelo “bem da nação brasileira”. Tê-lo ao lado de um secretário robótico entrevistando um acorrentado Louison seria impagável.


Quanto à primeira dama do Palacete dos Prazeres, Léonie, criada por Aluízio de Azevedo, precisaríamos de uma atriz mais velha e que, além de beleza e elegância, comunicasse a profundidade associada à perspicaz administradora e dama noturna. Julia Lemmertz atende a todos esses requisitos, além de certamente trazer a esse papel muito da sua costumeira sagacidade.


Para a Lolita Pombinha, também criada por Azevedo, escalaria Giovanna Grigio, não apenas pela beleza delicada e pelo talento primoroso como atriz, como também pela impetuosidade necessária à personagem. Tais características, algumas bem contrastantes, dariam uma profundidade singular a essa dama do Palacete dos Prazeres. Ademais, Grigio também tem “um rosto de Botticelli num corpo de Caravaggio”.


Quanto ao furacão Rita Baiana, fechando a tríade de O Cortiço, nada há, atualmente, nenhuma outra atriz que possua a beleza e a presença de Cris Viana. Por ela, podemos imaginar lutas, batalhas e assassinatos, em cortiços ou palacetes, entre marginais perigosos ou respeitáveis pais de família. Por outro lado, só ela atrairia igualmente Cândido, Louison e Beatriz. Afinal, estamos em Porto Alegre dos Amantes, não?


Par romântico – essa expressão se aplica a Lição de Anatomia? – de Rita Baiana e um dos protagonistas da história, o investigador Pedro Britto Cândido possui aquela justiça autoritária e monocromática, na qual o bem e o mal não se misturam. Para ele, sugeriria Domingos Montagner. Além do rosto pétreo, possui aquele queixo de investigador de filme noir que eu sempre associei ao personagem. Encarnado por ele, Cândido seria certamente um desafio à altura do complexo e ambíguo Louison, o temível doutor.


Quanto ao fundador do Parthenon Místico, o cientista louco Doutor Benignus, criado por Augusto Emílio Zaluar, eu indicaria o hilário Marcos Caruso, que levaria para o velho herói uma dinâmica enérgica e delirante, características desse fabuloso Dom Quixote à brasileira, mistura de explorador lunar de Julio Verne com o viajante espacial e temporal Doctor Who.


Para o aventureiro profissional Bento Alves, criado por Raul Pompeia, eu escolheria Thiago Lacerda, que não apenas interpretou o Capitão Rodrigo, uma de minhas inspirações para essa releitura de Alves, como também por ter aquela expressão ora apaixonada ora zangada, necessária para afugentar os criminosos e calhordas de Porto Alegre dos Amantes. Lacerda mete medo sem nada dizer, o que é o caso deste Indiana Jones tupiniquim.


Para o parceiro de Bento Alves – nas batalhas e nos lençóis! –, o investigador do oculto Sergio Pompeu, também criado por Pompeia para O Ateneu, escalaria Rafael Cardoso, que além do rosto delicado e dos marcantes olhos azuis, tem a delicadeza necessária para o dandismo do personagem. Como Sergio é o protagonista do segundo volume da série, O Parthenon Místico, essa indicação também leva em conta tudo aquilo que o herói vivencia nessa história, ao enfrentar a atroz Ordem Positivista gaúcha.


Chegando ao final do nosso elenco imaginário, indico agora os atores que interpretariam os dois protagonistas inéditos – ou três – de Lição de Anatomia. Para Dante D’Augustive, esse autor de histórias policiais, abolicionista convicto e também fundador do Parthenon Místico, indico Taís Araújo, uma vez que, como veremos esse “cavalheiro” esconde muitos segredos.


Entre eles, o fato de tratar-se de Beatriz de Almeida & Souza, escritora negra que precisou transvestir-se de homem para ter seus textos publicados, prática comum à muitas autoras do século dezenove que eram obrigadas a criar pseudônimos masculinos para evitar o escândalo. Absurdos misóginos à parte, para interpretar Dante/Beatriz precisaríamos de uma atriz que tivesse não apenas as características físicas dos dois personagens como também o talento para encarar a postura máscula de um lado e sensualidade feminina do outro. Novamente, corroboro Taís Araújo como a escolha mais acertada.


Por último, indico o ator que interpretaria o protagonista do romance, o temível doutor Antoine Louison: Neste caso, apostaria em Caco Ciocler que possui tanto a elegância e a civilidade presentes nesse esteta, poeta e humanista, como também o olhar sombrio necessário ao “Assassino da Nata” ou “Estripador da Perdição”, matador serial que aterrorizou Porto Alegre dos Amantes no ano de 1911. Ao som de Mahler, visualizo-o ofertando aos espectadores a sua assustadora lição de anatomia.  


Chegando ao final deste Elencos Imaginários, convoco os leitores & leitoras de Brasiliana Steampunk a também indicarem quais seriam seus atores ou atrizes favoritas para os heróis de Lição de Anatomia. Quem sabe os deuses – ou alguns produtores – não se motivem a investir nessa história escabrosa e absurdamente (des)respeitosa para com os nossos clássicos nacionais.


Um beijo, queridos. Espero que nos reencontremos em breve.
Enéias Tavares
Santa Maria da Bocarra do Monte, 20 de março de 1897.


Texto de Enéias Tavares
Capa de Rodney Buchemi
Ilustrações de Jéssica Lang
Fotos Divulgação



Chegou a vez de vocês, leitores e fãs de Brasiliana! Quais seriam os personagens perfeitos na opinião de vocês?

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29/03/2016

Resenha - Enquanto Bela Dormia (Elizabeth Blackwell)

Ficha técnica:
Referência bibliográfica: BLACKEWLL, Elizabeth. Enquanto Bela dormia. 1ª edição. São Paulo, Arqueiro, 2016. 368 páginas.
Gênero: Ficção.
Temas: A Bela Adormecida.
Categoria: Literatura Estrangeira.
Ano de lançamento: 2016.












“Os que contam a história da Bela Adormecida a encerram aqui, com a princesa salva pelo beijo de um príncipe. Será verdade? Uma princesa foi trancada numa torre e descoberta por um príncipe. Mas não havia dormido, e não foi o beijo dele que a trouxe de volta à vida.”
*Enquanto Bela dormia (pág. 358).


Uma princesa que queria a liberdade, uma mulher má que desejava o trono e uma história já conhecida por nós. Em meio à disputa e brigas, Elise, a criada mais próxima da rainha Lenore se transforma na guardiã da princesa Rosa. Millicent, a maldosa tia do rei Ranolf ameaça dar um fim à vida da pequena Rosa e de todos do reino.
A família começa a cravar uma guerra de poderes em uma tentativa vã de salvar a todos. Elise, a moça simples que sonhava com a vida luxuosa no castelo é a única que poderá resguardar o futuro dos cidadãos.
“Enquanto Bela dormia” é uma releitura da história do conto de fadas “A Bela Adormecida”. Com a história contata pela perspectiva de Elise, Elizabeth Blackwell nos dá um tapa na cara com a verdade: não há nada de conto de fadas nessa trama. Eu me supreendi e, ao mesmo tempo, me decepcionei com a proposta ousada da autora de alterar (quase completamente) a história que conhecemos.

Foto: Isadora Teixeira | Academia Literária DF
A obra tem uma trama muito bem construída, com muitos personagens e falas apreciáveis do povo cortês do reino. Entretanto, a desconstrução do imaginário de um conto de fadas me entristeceu, apesar de o livro por si só ser melancólico. Elise, a personagem principal que narra a história do reino ameaçado por Millicent, teve uma vida muito dramática antes de chegar ao castelo e, dentro dele, não houve mais garantias de felicidade como ela imaginava. Por várias vezes durante a leitura eu imaginei que a narrativa finalmente tomaria um ar de “conto de fadas”, mas isso não aconteceu. Contudo, se a intenção da autora foi humanizar o conto “A Bela Adormecida”, ela conseguiu ter sucesso.
“Enquanto Bela dormia” é narrado em primeira pessoa, por meio da personagem Elise. A narrativa começa com ela contando a história real de A Bela Adormecida para a bisneta Raimy – sem dizer que é a verdade sobre o conto de fadas. A partir daí, acompanhamos o passar dos anos da vida de Elise, desde a infância na fazenda pobre da família até o momento em que ela se despede de Bela para sempre.

Foto: Isadora Teixeira | Academia Literária DF
O foco da trama é mostrar tudo que a riqueza e o luxo da família nobre esconde. O livro é bem fluido e tem uma narrativa linear, contando apenas com algumas analepses e spoilers que nos indicam o que irá acontecer nas próximas páginas. Os romances/dramas geralmente deixam nas entrelinhas o que irá acontecer em breve, mas em “Enquanto Bela Dormia” isso fica nítido. A trama presenta uma característica gráfica simplista, mas bonita; a capa é o que chama mais atenção. Cada início de capítulo carrega um arabesco que nos remete à época medieval.
Elizabeth Blackwell já foi editora de uma revista e redatora freelancer. Ela se formou em comunicação e história pela Universidade Northwestern, nos Estados Unidos. Atualmente, a autora mora em Chicago com o marido e os três filhos, lugar onde também desenvolve suas obras.
Para quem ama “A Bela Adormecida” eu não recomendo “Enquanto Bela Dormia”. O motivo é simples: a verdade machuca. O conto de fadas nos leva para um mundo que não existe, mas nos encanta pelas infinitas possibilidades de haver um final feliz. A obra de Elizabeth conta uma história sobre pessoas reais, que sofrem como qualquer outra (ou até mais!). Entretanto, a trama pode ser uma ótima companhia para pessoas céticas que adoram um bom drama, e odeiam coisas como a Disney.



Bibliografia de ELIZABETH BLACKWELL (ordem cronológica):

Livros:

  •  Enquanto Bela Dormia – Arqueiro (2016).

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28/03/2016

EVENTO: 5ª Turnê Intrínseca: Brasília-DF

Olá, leitores! Hoje tem divulgação de evento! A Editora Intrínseca está vindo ai ;)

O que é?

"A equipe de marketing coloca o pé na estrada e parte para mais uma edição da Turnê Intrínseca! A missão da 5ª Turnê é a mesma desde 2012: aproximar a editora dos fãs e leitores, apresentando nossos livros e muito conteúdo inédito, como capas, vídeos, curiosidades, bastidores e notícias. Venham novamente trocar ideias e descobrir novidades sobre suas séries e seus autores prediletos, tirar dúvidas e conhecer outros fãs."

Quando?

Dia 01 de Abril (Sexta-feira), às 17h00

Onde? 

Livraria Saraiva Pátio Brasil

Link do evento: aqui.


Mapa:




Vamos? :)


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27/03/2016

EVENTO: Tarde de autógrafos com Anna Rubi

Olá, leitores da Academia!


O que é?

"Apresento lhes Anna Rubi.
Uma garotinha de nove anos que, como qualquer criança, tem um sorriso lindo, é serelepe,esperta, criativa e gosta de histórias. Entretanto, diferente da maioria das crianças de sua idade, Rubi não apenas gosta de ouvir e ler histórias mas também de CRIAR histórias. E foi assim que, aos sete aninhos, essa garotinha escreveu As aventuras do Calango Tango. Isso mesmo, a pequena Rubi já é uma escritora! E de muito talento, fique você sabendo! Para arrecadar recursos para a publicação do segundo livro da Rubi, irá ocorrer no dia 09 de abril, no Café Donuts de Águas Claras, um evento especial de divulgação da obra As aventuras do Calango Tango. Será uma tarde de muitas brincadeiras, ilustrações dos personagens para colorir, pintura de rosto, contação de histórias e, claro, a presença mais que especial da linda Anna Rubi interagindo com o público e autografando seu livro. Venha! Traga seus baixinhos! Aproveite para conhecer essa obra, prestigiar a jovem autora, saborear uma das delícias do cardápio da casa e se divertir em família."

A pequena Rubi

Quando?

Dia 09 de Abril (Sábado), das 15h as 18h

Onde? 

Café Donuts - Águas Claras

Link do evento: aqui.


Mapa: 



Vamos ajudar a pequena Rubi a lançar seu segundo livro?

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24/03/2016

Procura-se: Colunistas


Olá, leitores da Academia! Tudo bem com vocês? Vocês já devem estar cansados de saber (mas vou repetir todos os dias até me acostumar com a ideia) que o blog está de cara nova. E estamos anunciando várias novidades para essa nova fase do nosso projeto. E para que possamos alcançar nossos objetivos, precisamos de apoio! E quem sabe você, caro leitor, possa ajudar nosso projeto crescer ainda mais! Estamos abrindo quatro vagas para colunistas! A ideia é trazer mais diversidade de conteúdo para nossos leitores. Gostaria de escrever para o nosso blog? Veja abaixo como vocês podem estar colaborando:

Vagas:

# Resenhista (1 vagas):
- A pessoa poderá escrever suas resenhas sobre o livro que desejar, desde que sejam livros de ficção e seguindo nossa política de resenhas;
 
# Crítico de Adaptação de filmes (1 vaga): 
- Escrever críticas de filmes que foram adaptados de algum meio de leitura (livros, HQ’s, Mangás, etc). Recentemente estreamos a tag "Cine Academia". O colunista selecionado escreverá nessa coluna.

# Divulgações do mundo literário (Preenchido) 
- Fazer postagens de divulgação sobre assuntos relacionados ao mundo literário. Na Academia temos algumas tags como "divulgação", "curiosidades" e "lançamentos".


Observações:

- O trabalho de colunista é voluntário e não remunerado! Claro que, fazendo parte da equipe, será natural em algumas ocasiões receber marcadores, livros e alguns outros brindes. Fazemos esse trabalho por amor a literatura e queremos pessoas que façam porque gostam também;

- Disponibilidade de horário e periodicidade nos posts. Não queremos alguém que faça um post um dia e o próximo só daqui a um mês. Dependendo da Tag, o colunista poderá postar em intervalos de uma semana ou quinze dias. Precisamos de alguém que possa estar sempre acrescentando novos conteúdos para o blog;

- Responsabilidade. Só porque não ganhamos dinheiro, não quer dizer que não façamos um trabalho sério. O novo colunista deve ter responsabilidade e zelo pelo conteúdo que vai escrever. A Academia preza muito pela qualidade do conteúdo publicado e preferimos mil vezes qualidade a quantidade;

- Faremos uma experiência com o futuro colunista que irá durar três meses. Se gostarmos do trabalho, o manteremos no cargo permanentemente ou até que a pessoa deseje sair;

- As demais considerações sobre as vagas enviaremos via e-mail para os selecionados;


Interessado? Se sim, basta responder este formulário (link) que vamos entrar em contato para batermos um papo e nos conhecermos um pouco mais ;)


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23/03/2016

Divulgação: The Kiss of Deception

Olá, leitores da Academia! Hoje é dia de divulgação! Já falei por vocês do amor avassalador que tenho pela Darkside Books? Gente, sério, fico impressionado com o trabalho de diagramação da editora. Vamos apresentar a vocês mais um lançamento que promete! 


The Kiss of Deception

Crônicas de Amor e Ódio

por Mary E. Pearson


Plante ilusões e você colherá do mundo grandes decepções

Sinopse:

Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas – menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro? Quando se vê refugiada em um pequeno vilarejo distante – o lugar perfeito para recomeçar – ela procura ser uma pessoa comum, se estabelecendo como garçonete, e escondendo sua vida de realeza. O que Lia não sabe, ao conhecer dois misteriosos rapazes recém-chegados ao vilarejo, é que um deles é o príncipe que fora abandonado e está desesperadamente à sua procura, e o outro, um assassino frio e sedutor enviado para dar um fim à sua breve vida. Lia se encontrará perante traições e segredos que vão desvendar um novo mundo ao seu redor.

O romance de Mary E. Pearson evoca culturas do nosso mundo e as transpõe para a história de forma magnífica. Através de uma escrita apaixonante e uma convincente narrativa, o primeiro volume das Crônicas de Amor e Ódio é capaz de mudar a nossa concepção entre o bem e o mal e nos fazer repensar todos os estereótipos aos quais estamos condicionados. É um livro sobre a importância da autodescoberta, do amor, e como ele pode nos enganar. Às vezes, nossas mais belas lembranças são histórias distorcidas pelo tempo.



The Kiss of Deception foi escolhido pelo comitê da Young Adult Library Services Association (yalsa) como umas das melhores ficções ya de 2015 e escolhido uma das principais fantasias de 2014 pelos leitores no Goodreads. Esta viagem extraordinária, repleta de ação, romance e mistério chega ao Brasil em março de 2016 pela Darkside® Books para integrar a Coleção DarkLove.

Sobre a autora:

Mary E. Pearson é uma premiada escritora do sul da Califórnia, conhecida por seus outros sete livros juvenis — entre eles a série popular The Jenna Fox Chronicles. Mary é formada em artes pela Long Beach State University, e possui mestrado pela San Diego State University. Aventurou-se em trabalhar como artista por um tempo, até receber o maior desafio que a vida poderia lhe proporcionar: ser mãe. Adora longas caminhadas, cozinhar e viajar para novos destinos sempre que tem a oportunidade. Atualmente, é autora em tempo integral e mora em San Diego, junto com seu marido e seus dois cachorros. Saiba mais nesse link.

Ficha Técnica:

Título | The Kiss of Deception
Série | Crônicas de Amor e Ódio
Autor | Mary E. Pearson
Tradutor | Ana Death Duarte
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
Especificações | 406 páginas, Limited Edition (capa dura)
Dimensões | 16 x 23 cm


E ai, leitores, o que acharam?

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22/03/2016

RESENHA - O Último dos Canalhas (Loretta Chase)

Ficha técnica:
Referência bibliográfica: CHASE, Loretta. O Último dos Canalhas. 1ª edição. São Paulo, Arqueiro, 2015. 304 páginas.
Gênero: Romance.
Temas: Romance de época.
Categoria: Literatura Estrangeira.
Ano de lançamento: 2015.
Série: O Príncipe dos Canalhas (livro 1); O Último dos Canalhas (Livro 2).









Foi só por um momento, mas o suficiente para atrapalhá-la. Ela ainda levou um tempo para se recuperar totalmente. Apesar de ter conseguido executar muito bem a saudação fria, teve uma suspeita horrível de que seu sorriso tinha se alargado demais e... bom, estúpido, para ser sincera. Um sorriso imbecil, lunático, refletiu raivosa, combinando com as pancadas idiotas do coração. Como se ela fosse uma garota boba de 13 anos, e não uma solteirona endurecida de 28 anos
*O Último dos Canalhas (pág. 45).




        Lydia Grenville é uma mulher independente que se virou sozinha para sobreviver desde a infância. A jornalista se esconde atrás de um codinome para proferir histórias reais do submundo inglês e de ficção sobre aventura e romance, o que desafiava a moral e os bons costumes da sociedade londrina de 1826.
         Em meio a uma investigação, Lydia descobre o amor de um homem acobertado por títulos e gerações de uma família conhecida como a dos “canalhas”. Depois de sofrer com a morte de parentes próximos, Vere Mallory, o último canalha da família, tem a fama de durãol manchada quando Lydia bate nele em público. Jurando se vingar daquela mulher que o intrigou, Vere desvenda o coração de pedra de Lydia e nota que ela era o que faltava na vida dele.
         Em ‘O Último dos Canalhas’, Loretta Chase nos propõe uma trama muito parecida com a do primeiro livro da série, ‘O Príncipe dos Canalhas’(resenha aqui!): uma mulher desobediente que não aceita as regras impostas pela sociedade na qual vive e um homem rico, sedutor e, inicialmente, sem coração. Em princípio, eu temia que a obra não trouxesse algo novo, tornando-se maçante, apesar de eu ter gostado muito da primeira publicação da série.
         Porém, ao iniciar a leitura e perceber que a autora trouxe personagens do primeiro livro para este, me animei. Lydia e Vere são personagens aparentemente opostos, mas, na verdade os dois sofreram perdas irreparáveis durante a vida, que os transformaram em pessoas de corações duros e frios. Lydia pensa que Vere é um aristocrata sem cabeça e ele pensa que Lydia é uma jornalista sem pudores. A partir daí, ambos não conseguem viver sem espionar a vida um do outro.

Créditos: Isadora Teixeira


         Com temperamento forte e pensamentos quase feministas – o que era impensável no século em que se passa a trama – transformou Lydia em uma das minhas personagens favoritas. Vere é um lorde rico que vive sozinho, mas, ao descobrir mais sobre os fantasmas do passado dele, os sentimentos que nascem no leitor são de clemência, pesar, misericórdia... Quando descobrimos que Lydia e Vere são ligados a Lorde Belzebu e Jessica Trent, a empolgação chega ao ápice. E pronto: Loretta casou o segundo livro da série com o primeiro e criou uma trama excepcional.  
       As cenas de sexo hipotético e os diálogos compulsivos, características das tramas da autora também fazem parte da obra. O livro é narrado em terceira pessoa por um narrador onisciente. A trama tem uma sequência cronológica linear, com algumas analepses que não atrapalham a fluidez do raciocínio. ‘O Último dos Canalhas’ não fugiu à regra da Arqueiro. como a maioria dos livros de romance de época da editora, a obra não tem uma apresentação gráfica atraente. O livro é muito simples, não há sequer mudança de página quando inicia um novo capítulo.



       Quem não leu o primeiro livro não precisa se preocupar. A série “Canalhas” contém cinco livros, mas apenas dois já foram lançados pela Arqueiro. Cada trama conta a história de um casal diferente. Apesar de todos os personagens terem uma ligação pessoal, a série não possui uma sequência e pode ser lida na sequência que o leitor preferir.


Bibliografia de LORETTA CHASE (ordem cronológica):

Livros:

  • O Visconde Vagabundo – Editora Signet (2004).
  • O Príncipe dos Canalhas - Editora Arqueiro (2015).
  • O Último dos Canalhas – Editora Arqueiro (2015).

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21/03/2016

Academia opina: Por que me tornei blogueiro?



Olá, leitores da Academia! Ontem, dia 20/03 foi comemorado o Dia do Blogueiro. Embora ninguém tenha me dado um bolo com seis velinhas, presentes ou festa surpresa (zueira!), aqui estou agradecendo a todos vocês por fazer tudo isso possível. Pode parecer clichê, mas é a mais pura verdade. Blogs como a Academia só sobrevivem com o apoio daqueles que disponibilizam um tempinho para ler, comentar e interagir. E por conta da comemoração do dia do blogueiro, abrimos um novo espaço no blog chamado Academia Opina. Nele exporemos opiniões pessoais a respeito desse mundo louco e divertido da blogosfera. E o primeiro post, embora não seja bem uma opinião e sim uma reflexão, tem tudo a ver com o tema e não poderia ser outro: por que me tornei blogueiro?


Algumas pessoas já me fizeram essa pergunta. E a primeira resposta que sempre me vem a cabeça quando penso a respeito é essa: porque eu quis. Parece prepotência da minha parte dar uma resposta assim, mas sem rodeios, no fundo, é a verdade. Ser blogueiro tem muito mais a ver com pretensões pessoais do que qualquer outra coisa (existem exceções, mas não vale comentar aqui). Quando reflito um pouco mais sobre a pergunta, as outras respostas aparecem. Nesse mundo de redes sociais, de interação digital, as pessoas normalmente criam um blog para eles serem uma extensão virtual de suas próprias vidas. Assim como o diário foi um dia (e ainda é em alguns casos). Então, se você gosta de moda, por quê não criar um blog com dicas de moda? Gosta de computação? Blog sobre as novas tecnologias e por ai vai. Sempre gostei muito de escrever. E embora não seja tão bom assim, só de ter um registro de algo que gostava já me deixava feliz. Quando comecei a jogar RPG e me tornei um narrador, isso só se intensificou. Tenho mais de dez cadernos rabiscados de ponta a ponta com histórias de aventureiros desbravando mundos mágicos, derrotando vilões e salvando vidas. Falo tanto de RPG que deveria abrir um espaço maior no blog para isso… viu só porque é bom fazer registros?

Só tenho a agradecer as tarde de dados, salgadinhos, histórias e risadas
Bom, tudo começou em uma manhã sem graça de Setembro. Como eram quase todas as manhãs naqueles tempos. O ano era 2010. Aquele que, pelas minhas memórias, foi o pior ano da minha vida. Não vou me estender aqui explicando tudo pelo que passei naquele ano, então vou direto ao ponto: uma pessoa muito importante pra mim faleceu. Sempre fui uma pessoa muito reservada para expor meus sentimentos. Então, fica mais fácil entender por que criei meu primeiro blog. Lembram que falei das pretensões pessoais? Pois é. O blog se tornou por um curto período de tempo minha válvula de escape dos sentimentos conflitantes que me atormentavam naquele ano específico. Escrevia para aplacar o tormento. Escrevia para não cair na depressão. Parece tragédia grega, mas quem já vivenciou uma perda pode entender essas palavras e quem sabe, concordar com elas. Não divulguei o blog para quase ninguém. Recebia tantas visitas quanto a conta dos dedos da minha mão e menos ainda, comentários. Porém, aquilo parecia ter um efeito anestesiador em mim. E segui assim por alguns meses.
Não conhecia nada da blogosfera. E ela não era tão popular como é hoje em dia. Foi em 2011 que resolvi criar um blog um pouco mais "relevante", trazendo coisas que gostava de ler na internet ou que aconteciam no meu dia a dia. Não havia como pôr isso no mesmo espaço do primeiro blog. Então, criei meu segundo blog. Naquele tempo escrevia alguns contos e usava o blog para publicá-los. Antes de escrever essas palavras fui lá visitá-lo (está desativado) e bateu uma certa nostalgia. Faz algum tempo que não escrevo contos novos. Talvez seja a hora de voltar.


Blogs são criados todos os dias e fecham quase que na mesma velocidade. Muitos deles são criados na empolgação do momento e não tarda para perceberem o quanto é trabalhoso manter um. São muitas variáveis a se considerar para chegar e dizer: “vou ter um blog”. Posts, imagens, layout, leitores, nichos, comentários, divulgação, são só alguns exemplos. Apesar desse blog ser meu cantinho pessoal e por ter a liberdade de postar praticamente o que quiser, não foram poucos os períodos de ócio, onde não tinha vontade de publicar nada. Estava faltando alguma coisa. E em 2013 descobri o que faltava pra mim: vínculos. Meus amigos e alguns leitores interessados liam e comentavam alguns posts, mas eu não tinha nenhum vínculo ou responsabilidade para com eles. Tudo isso mudou quando tive a vontade de publicar um livro. Por conta do meu gosto pela escrita, por meus contos e meus projetos, veio o desejo. E, caro leitor, essa é a história de vida da Academia Literária DF. Foi por causa desse intuito que criei meu terceiro blog. Não vou falar nada dela aqui. Vocês podem ler sobre a criação da Academia nesse link.


Parando para pensar em tudo isso, posso dizer que me tornei blogueiro não só porque quis, mas porque esse hobby abriu tantas possibilidades na minha vida que hoje nem imagino como teria sido se não tivesse feito tudo isso. Os amigos que fiz nessa jornada, principalmente à frente da Academia; os aprendizados; os autores que conheci; os leitores com quem compartilho meus gostos literários; os livros que tive a oportunidade de ler; os eventos que pude participar e organizar… essas coisas não tem preço. E foi por causa delas que me tornei e permaneço ativo como um blogueiro.

Se vocês chegaram até aqui, muito obrigado. Vocês são os melhores leitores do mundo. Ainda não temos planos para o próximo post, mas podemos garantir que eles virão, quando vocês menos esperarem ;)

Até a próxima.

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17/03/2016

Pesquisa de Opinião + sorteio


Olá, leitores da Academia! Como bem sabem nosso blog está de cara nova. Fizemos um post bem legal de boas-vindas que vocês podem conferir nesse post. Estamos a mil aqui com as novidades. E hoje gostaríamos de saber um pouco mais sobre vocês. Quem são, onde estão, por onde acessam nosso blog, gostam dos nossos posts, curtem nossas resenhas, adorariam fazer uma sugestão ou mesmo uma crítica para com nosso trabalho? Viemos aqui hoje pedir a vocês que nos ajudem a melhorar nosso conteúdo. Criamos uma pequena pesquisa de opinião que irá nos ajudar a direcionar melhor o conteúdo que postamos aqui e nas redes sociais. Além de saber de vocês o que vocês estão achando do nosso trabalho.

“Ai meu deus, ele quer saber meu nome, CPF, endereço e telefone?”


Calma. Nada disso. Criamos essa pesquisa de duas formas: na primeira, você pode responder anonimamente e não precisa por seu e-mail, se assim quiser. Porém, caso queira se identificar e informar seu e-mail, poderá participar do sorteio do livro “O Bestiário” + 10 marcadores (imagem abaixo). Nossa pesquisa ficará aberta de hoje até o dia 18 de Abril. Participem sem medo, usaremos as informações apenas para saber qual o perfil de público que mais tem acessado o blog. O sorteio é apenas um “bônus”, um incentivo e uma forma de agradecer por vocês terem disponibilizado um pouco do seu tempo para nos ajudar. Desde já agradecemos demais pelo carinho e colaboração de vocês.



O Bestiário de John Gregory e o Caça-Feitiços


Regras do sorteio

- O Sorteio será realizado pelo Random.org;
- Usaremos a ordem que aparecer na lista do formulário;
- Para validar sua participação, preencha o formulário com seu nome e e-mail;
- Obrigatório ter um endereço de entrega nacional;
- O resultado será divulgado no dia 18 de Abril, às 23h;
- O Vencedor será avisado por e-mail e terá 48h para nos enviar o endereço, caso contrário faremos um novo sorteio.

Atenção: Não nos responsabilizamos por atrasos, danos e extravios por parte do serviço de entrega.

Boa sorte aos que vão participar do sorteio e mais uma vez, muito obrigado pelo apoio e carinho para o nosso trabalho ;)

[ENCERRADO - VEJA O VENCEDOR AQUI]
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