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27/01/2018

RESENHA – Além da meia noite (Lara Adrian)

ATENÇÃO!
A obra resenhada apresenta cenas eróticas. Leitura não recomendada para menores de 18 anos.

Ficha técnica:

Referência bibliográfica: ADRIAN, Lara. Além da meia-noite – série “Midnight Breed”. 1ª edição. São Paulo, Universo dos Livros, 2017. Tradução: Cristina Calderini. 384 p.
Gênero: Romance, ficção, erótica
Temas: guerra, vampiros
Categoria: Literatura norte-americana
Ano de lançamento: 2011 nos Estados Unidos da América e 2017 no Brasil
Série: O beijo da meia-noite (Livro 1), O beijo escarlate (Livro 2), O despertar da meia-noite (Livro 3), A ascensão da meia-noite (Livro 4), O véu da meia-noite (Livro 5), Cinzas da meia-noite (Livro 6), Sombras da meia-noite (Livro 7), Possuída pela noite (Livro 8), Além da meia-noite (Livro 9).




“Quanto às cicatrizes, elas eram chocantes, mas não diminuíam a beleza dela. Não perante seus olhos.”
Além da meia-noite – Livro 9. (pág. 164)

Queridos leitores, este é o nono livro da série Midnight Breed. Cada livro da série conta a história de um guerreiro vampiro que faz parte da Ordem, liderada por Lucan Thorn (personagem do primeiro livro). A Ordem, como consta na sinopse deste livro, é uma irmandade de vampiros guerreiros envolvida numa guerra contra Dragos e seus seguidores.
Sendo assim, neste livro vamos conhecer o Hunter, um guerreiro da Ordem de Primeira Geração (na escala hierárquica ele é considerado um dos vampiros mais fortes) que trabalhava para o Dragos – obviamente não comentarei o motivo dele ter se aliado ao Lucan. O Hunter é um cara sério e frio, que não demonstra seus sentimentos. Até mesmo sob pressão ele mantém o rosto calmo e sereno.
 Ao retornar para o quartel da Ordem, depois de uma incursão a uma boate na tentativa de achar pistas sobre o rival, ele encontrou a Corinne, uma jovem recém resgatada do cativeiro do inimigo. Ela e algumas outras mulhres foram capturadas por terem uma marca de nascença que as identificava como Companheiras de Raça. Essa marca significava que elas poderiam gerar vampiros machos.   
Quando o Hunter vê a Corinne pela primeira vez, ele percebe que ela é a jovem que apareceu na visão da Mira, uma garotinha que tinha o dom de prever o futuro. Com isso, ele ficou intrigado pelo o que acontecerá com eles. Por conta disso, o guerreiro pediu para assumir a responsabilidade de levá-la aos seus familiares, que ainda não tinham recebido a informação que ela foi resgatada.
Ao levá-la para a família dela, eles encontram algumas pistas sobre os próximos passos do Dragos, e isso faz com que eles, além de ficarem mais próximos, estejam sobre a mira do inimigo.
Leitores, não vou mentir para vocês. Eu li o primeiro e segundo livro desta série (em 2011), os quais eu adorei, então decidi ler este mesmo fora da ordem (não fez diferença para me ambientar na história). Contudo, eu quase não consegui terminar a leitura, em vários momentos fiquei com vontade de abondar. Acredito que o fator de eu não ter gostado foi porque a autora não focou a história somente no casal principal, mas em outros personagens, e isso não me fez criar um “vínculo” com eles.
A autora do livro, Lara Adrian, atualmente vive com seu marido na costa da Nova Inglaterra, na região nordeste dos Estados Unidos da América. Trata-se de um local cercado por cemitérios centenários e distante do conforto urbano – lá, a autora busca inspiração no Oceano Atlântico. Para saber mais sobre a autora, clique aqui
O livro possui 34 capítulos, narrado de forma linear cronológica, em terceira pessoa, pelo ponto de vista de vários personagens. Ao final do livro foi disponibilizado um trecho do próximo livro, “Dark After Midnight”, que abordará a história do guerreiro Sterling Chase.

Bibliografia de Lara Adrian (ordem cronológica):
Livros:

  • O beijo da meia-noite – Universo dos Livros (2011)
  • O beijo escarlate – Universo dos Livros (2011)
  • O despertar da meia-noite – Universo dos Livros (2011)
  • A ascensão da meia-noite – Universo dos Livros (2012)
  • O véu da meia-noite – Universo dos Livros (2013)
  • Cinzas da meia-noite – Universo dos Livros (2013)
  • Sombras da meia-noite – Universo dos Livros (2014)
  • Possuída pela noite – Universo dos Livros (2015)
  • Além da meia-noite – Universo dos Livros (2017)
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25/01/2018

Literatura por Mulheres: Inscrições



                E não é que chegamos na 3° Edição desse evento lindo? Quem ainda tem dúvidas que o faremos virar uma tradição aqui no DF? É com muito orgulho que apresentamos a vocês mais uma edição do evento Literatura por Mulheres! Esse que é um evento 100% construído pelos blogs Academia Literária DF, Leitora Sempre e Ponto para Ler, promete trazer algumas novidades interessantes para essa edição. Mas, se você é marinheiro de primeira viagem e não sabe do que estamos falando, vem cá, senta aí que vou te contar um pouco sobre o nosso evento:
               

Idealizado por um grupo de blogueiros em 2016, o “Literatura por Mulheres” nasceu com a proposta de debater o papel da mulher na literatura utilizando como gancho a temática do “Dia Internacional da Mulher” promovemos uma tarde de bate-papo com autoras convidas escolhidas por meio de votação popular.  

             
                Agora que vocês tem uma pequena noção (digo pequena por vocês tem de ir para saber como é) do que é o evento, vamos falar sobre as autoras convidadas. Afinal, esse evento é feito para elas, nossas escritoras, certo? Mas aqui está a parte interessante do nosso evento: vocês, caros leitores, é que irão decidir quem serão as convidadas do nosso evento. Como? Explicamos:

- Faremos uma enquete virtual que será disponibilizada em breve para vocês votarem;
- As autoras que se interessarem em participar do evento deverão fazer uma inscrição online neste link;
- As inscrições vão de hoje (25/01) até o dia 04 de Fevereiro;
- A partir do dia 5 estará aberta a enquete virtual (no Facebook), onde vocês, leitores, poderão votar em suas autoras favoritas.
- As três mais votadas serão as escolhidas para compor a mesa de debates do evento;
- A votação se encerra no dia 16 de Fevereiro e a partir do dia 17 divulgaremos as três autoras mais votadas. Serão essas as nossas escritoras convidadas do evento :)

                 E já começamos aqui com uma super novidade: firmamos uma parceria com o Sesc DF para este evento. Isso mesmo, a instituição que é referência em todo o Brasil atuará junto a organização do evento para promover ainda mais a literatura em Brasília. Estamos muito felizes, orgulhosos e entusiasmados com essa parceria que promete muitos frutos. Aguardem mais novidades!

Observação: Para dar vez a outras escritoras e promovermos o evento com maior rotatividade, as autoras das outras edições não poderão participar dessa edição.

Você é autora? Você conhece uma autora? Mostra este post para ela. Peça para se inscrever. Participe do evento!
Atenção: autoras que residem fora de Brasília, a equipe da organização não se responsabiliza por custear passagem, hospedagem e demais despesas referentes a sua participação no evento. 

Dados Gerais
Evento: Literatura por Mulheres
Local: Sesc Presidente Dutra, Teatro Silvio Barbato
Data: 10 de Março de 2017
Horário: 15h as 18h
Mediação: A divulgar
Link do Evento: aqui.
Organização: Academia Literária-DF, Leitora Sempre e Ponto Para Ler.
Apoio: Sesc DF
Patrocínio: Quer patrocinar nosso evento? Entre em contato!

Venham prestigiar a literatura nacional! ;)
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24/01/2018

Clube do Livro - Não era você que eu esperava

Olá, queridos leitores da Academia! Como estão? Hoje venho convidar vocês para a bateria de eventos 2018, começando com o nosso Clube do Livro Autêntica! Então atenção, leitores de Brasília, temos um encontro marcado para discutirmos a HQ do autor Faben Toulmé. Vamos conferir?



O que é?

Olá, leitores de Brasília. Teremos mais uma edição do Clube do Livro Autêntica e a obra escolhida foi Não era você que eu esperava! Para participar do clube, basta legar o livro tema e comparecer a livraria! É leitor, não leu o livro e quer participar mesmo assim? Venha! Só cuidado com os spoilers rsrs. A entrada é gratuita! Com a mediação do blog Academia Literária DF! Esperamos você!

Quando?

Dia 27 de Janeiro (sábado), às 16h00

Onde? 

Livraria Cultura - Casa Park.


Mapa:


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19/01/2018

Fazer ou não fazer críticas “negativas” de obras nacionais?


            Não muito tempo atrás publiquei um Academia Opina sobre como os leitores poderiam ajudar autores nacionais sem gastar muito com isso. Não viu? Olha aqui o post. Depois de publicado e receber elogios de alguns autores pela iniciativa, perguntei no stories do nosso Instagram (SIGA NOSSAS REDES! ❤) se os leitores que nos acompanham praticavam alguma boa ação para com a Literatura Nacional. Foi com felicidade que recebi no direct respostas de alguns leitores da Academia com depoimentos de suas ações e sugestões para alavancar a carreira dos autores nacionais sem necessariamente ter de comprar o livro.
            Porém, foi o direct da Luiza, do blog Choque Literário (visitem o blog!) que mais me chamou atenção. Ela disse o seguinte: eu tenho uma duvida sobre isso! Mesmo que o feedback seja negativo? (ela estava se referindo a resenhas “negativas” sobre os livros). Porque o que eu vejo às vezes são os autores ficarem chateados e não conversarem mais com você, aconteceu com parceiros aqui do blog”.
            Tentei dar uma resposta opinando sobre o assunto, mas era impossível dar todas as minhas impressões sobre essa questão em um único storie (ou seria stories? Me ajudem ai!). Resolvi então fazer um “Academia Opina” e o tema de hoje é: devo ou não fazer críticas “negativas” de obras nacionais?

Obs: a palavra negativa aparece entre aspas porque sabemos que nem sempre a crítica negativa é depreciativa.

               Antes de destrinchar sobre o assunto, vamos entender o que é uma crítica. De acordo com o Dicio (Dicionário Online de Português): crítica é a análise avaliativa de alguma coisa. Ação de julgar ou de criticar: "submeteu o livro à crítica do professor". Dentro da Literatura é a atividade que consiste na examinação e avaliação de uma obra. Ok, entendido o que é crítica, precisamos agora dividi-las em dois aspectos: a crítica construtiva e a crítica destrutiva. Vamos olhar uma por uma para voc entenderem onde quero chegar:

Crítica construtiva – são críticas que podem ajudar o outro a refletir sobre algo. Seu principal objetivo é ajudar a pessoa a melhorar em algum aspecto e progredir. Nota: Esse tipo de crítica pode ser mal interpretada e algumas vezes entendida como ataque. A pessoa que recebe a crítica precisa estar disposto e receptivo para ouvir.

Crítica destrutiva – são críticas que ofendem, agridem ou denigrem a imagem de outro. Podem vir em forma de acusação e quem escuta/lê esse tipo de crítica costuma se sentir  desqualificado e inferiorizado. Nota: Nem sempre uma pessoa que faz uma crítica destrutiva é uma pessoa má.


            Estamos entendidos? Agora vem a parte que nos interessa: li um livro e não gostei da história. Devo ou não fazer uma resenha/crítica “negativa”? Na verdade a pergunta que você deve se fazer é: Eu sei fazer uma resenha/crítica que irá apontar as falhas da obra de forma coerente e respeitosa, com o objetivo de ajudar o autor a melhorar sempre e não simplesmente atacar a pessoa do autor? É importante separar o "profissional escritor" da "pessoa escritor". Como qualquer pessoa em qualquer profissão, são "duas entidades" diferentes dividindo o mesmo corpo. E é de suma importância que qualquer pessoa que usufrua do trabalho desse profissional, ficando satisfeita ou não, saiba fazer essa diferenciação. Você pode avaliar o trabalho, não a pessoa.
          Agora vamos supor que você sabe diferenciar os dois e você sabe a diferença entre crítica construtiva e crítica destrutiva. Devo publicar uma resenha “negativa”? A resposta é: SIM!!!. Você pode (ou deve, depende de você). Você não é obrigado a nada, mas se for o seu desejo falar sobre um determinado livro, fale!
   Quero que todos vocês entendam uma coisa: ainda que intrinsecamente ligado à várias setores do mercado editorial, o trabalho dos blogueiros tem como foco os leitores. Fazendo uma analogia: um arquiteto não faz um projeto de arquitetura para agradar outros arquitetos e engenheiros, ele faz para atender as necessidades de seu cliente, o usuário final do espaço construído. Do mesmo modo, ao fazermos uma resenha de um livro, nós blogueiros temos que atender as necessidades dos leitores (o consumidor final), oferecendo a eles nossa opinião sincera e uma análise pautada em nossa experiência e conhecimento acerca do assunto. Apontar acertos e falhas de uma obra literária, qualquer que seja ela, além de refletir em seu público alvo, os leitores (influenciando ou não em seus escolhas de leitura), pode também impactar de alguma forma outros membros da cadeia produtiva do mercado editorial (escritores, editoras, outros blogueiros, etc). Traduzindo: o trabalho do blogueiro é agradar os leitores, e não os escritores ou as editoras ou os outros blogueiros. E quando eu digo agradar, não é fazer qualquer coisa só para ter aprovação de meia dúzia de pessoas. É ser verdadeiro no que diz, transparente, coeso e ciente do que está entregando para o leitor.
   Como blogueiros, somos influenciadores digitais e como tal, nossa palavra pode ser a diferença para um leitor apostar ou não em um livro. Já tivemos casos aqui de leitores que compraram livros porque dissemos que era bom e sei que muitos leitores levam em consideração a opinião de outros colegas blogueiros. Agora imagine a seguinte situação: você, leitor, lê uma resenha super elogiosa sobre uma obra que você desconhecia ou que até conhecia mas estava em dúvida se valeria a pena ou não incluir na sua lista de leitura. Então, convencido pela resenha, você compra o tal livro e, ao lê-lo, você se decepciona amargamente. Mas, veja bem, a leitura é decepcionante não porque você não se identificou com a história ou com os personagens ou ainda com o estilo literário (ou seja, por questões de gosto pessoal). Você se decepcionou porque a narrativa foi mal construída, porque há falhas na lógica estabelecida, porque os diálogos são pobres e superficiais, porque não há construção de personagens ou por qualquer um dos tantos outros tipos de falhas que denotam uma história mal elaborada. Aí você se pergunta: como um livro tão ruim recebeu uma resenha tão boa? Certamente você irá concluir que ou o(a) blogueiro(a) que fez a resenha omitiu informações ou, pior ainda, mentiu descaradamente (por qualquer que seja o motivo). Resultado: adeus credibilidade!
          Vocês devem saber que, por mais que nos esforcemos para ser o mais sinceros, idôneos e respeitosos possível, nossa credibilidade como blogueiros é posta em xeque toda vez que publicamos uma resenha. Opiniões divergentes sempre vão existir.e sempre existem aqueles haters que adoram "causar". Se dizendo a verdade isso já acontece, imagina omitindo fatos. Massssssssssssss entenda que é importante saber o que você está escrevendo e avaliar uma obra não pelo seu gosto pessoal, mas pela qualidade (ou falta dela) na narrativa em questão. E por falar em gosto pessoal, listei 3 situações que podem influenciar uma resenha “negativa”.

1- O livro não é meu gênero de leitura

       Essa é bem comum: você pegou parceria com um autor que não escreve sobre o gênero que você, blogueiro, não gosta. Acontece. Exemplo pessoal: eu não gosto de romances. Sério, não consigo me identificar. Uma vez eu li um livro que tinha um romance "pesado" e toda aquela trama melosa não me descia e eu ainda achava a protagonista meio “blerg”. O que eu fiz? Dei o livro para minha colunista ler. Eu não tinha capacidade de escrever uma resenha daquele livro porque não era um gênero que eu curtia e aquilo provavelmente influenciaria minha resenha. E isso é um dos grandes problemas de blogueiros que aceitam “qualquer” parceria e de autores que não avaliam bem os blogueiros que querem para parcerias.
Entretanto, vejam bem, não estou dizendo que isso sempre acontece, só que acontece com alguma frequência. Podemos sim nos deliciar e surpreender com obras de gêneros que não lemos e até recomendo que façamos isso com alguma regularidade. “Mas você acabou de dizer que não lê romance!”. Eu disse que detesto romance, não que não leio. Quer um exemplo pessoal? Leiam a trilogia “A Caçadora” da autora Vivianne Fair. Nunca soltei tanto “affz” na minha vida (por conta da carga romântica da obra) e adorei a história. Tem resenha dos três volumes “aqui”.
Ah, esqueci de mencionar: minha colunista amou a história.


2- Não gostei do personagem tal

     Outra bem comum. A pessoa detestou a obra por conta de um personagem, mas sua resenha se concentra unicamente em falar mal desse personagem, pois por algum motivo você não foi com a cara dele (Eu já li resenha assim). E o resto da história? Será que um único personagem (mesmo que seja o principal) é suficiente para derrubar toda uma história? Não tem pontos positivos? Ninguém para recomendar?
Na minha opinião todo livro deve ser lido. Alguém, em algum lugar do planeta vai se identificar com a história que você não gostou, tenho 99,9% de certeza. Pode falar que não gostou do personagem X? Claro! Mas tem de deixar claro que aquela é uma visão SUA e não generalizar. Às vezes você está desencorajando pessoas que poderiam estar amando aquela história a troco de uma opinião pessoal. Lembram-se do exemplo que dei acima? Do livro da Vivianne? Tem umas atitudes da Jéssica (a protagonista) que não curti muito e falei na resenha. E continuei gostando da obra. Foi só uma opinião pessoal que de forma alguma deve usar como argumento chave na resenha, afinal, um livro não é feito apenas de um personagem (por mais que as vezes tenha apenas um personagem na trama toda).

3- O livro tem sexo demais (coloque aqui outro tema, como violência)

   Digamos que por algum motivo qualquer você, blogueiro, não gosta de narrativas de sexo em um livro. Mas que por alguma razão do destino você pegou um livro hot para ler (em razão de alguma parceria, talvez). No fim do livro você está puto(a) da vida porque o livro “só tem sexo”. Sua crítica se baseia no fato do autor(a) ter focado demais no sexo. E vamos supor que o foco do texto seja realmente esse. Entende que esse tipo de crítica não está refletindo no teor da obra e sim no seu gosto pessoal? É importante deixar claro que você não gostou porque esse é o seu gosto e não porque o livro é narrativamente mal construído nesse aspecto. E se for, deixei claro também sua opinião sobre as tais falhas.


            Podem observar que nenhum desses tópicos a culpa é do autor. É o gosto pessoal do blogueiro. E não tem nada de errado não gostar de algo. Somos livres para decidir o que gostamos ou não e mais livres ainda para expor nossas opiniões (respeitando o próximo, obviamente). Então, colegas blogueiros, criticar um livro somente por não ter gostado de um personagem, não é uma resenha/crítica. É só um comentário pessoal. E falar “não gostei do livro por conta de fulano”, não é uma resenha. Isso deve vir acompanhado de outros aspectos, como a qualidade da narrativa, o uso correto da ortografia, o que é ou não crível dentro da história… etc. E esse tipo de opinião, autor, não deve ser levado como uma verdade absoluta para definir a qualidade de sua obra, afinal, outros podem gostar do seu personagem.
            E para meus colegas deixo o conselho: escolha bem os autores com os quais querem uma parceria. Veja outras resenhas, analise o estilo de escrita do autor. Veja se você se identifica. Se mesmo assim você foi lá, fez força para ler e não se identificou com a história por um motivo pessoal, cuidado com sua resenha/crítica. E se a obra não for boa mesmo, como diz o ditado: “desce a lenha”. Não tenha medo de apontar falhas. Você pode até não ser um crítico literário (aquele cara que estudou para isso), mas no fim das contas você é um leitor tanto quanto aquelas pessoas na qual você está passando a mensagem. Essa é a essência dos blogueiros. Apesar de sermos profissionais,  porque eu me vejo como profissional e você, colega blogueiro, mesmo que encare como um hobby, deve se ver também,  no fundo, somos como cada um de vocês que leem blogs: leitores. E obviamente, vamos expor nossas opiniões de forma a não denegrir a imagem de ninguém.

O lado do autor

            Agora vamos analisar o outro lado da moeda: os autores nacionais tem pavor de resenha “negativa” e com certa razão. Ser autor no Brasil é uma parada muito louca. E quando digo louca, não é louca de quando você você faz algo impensado, é louco das pessoas acharem o autor biruta por seguir esse caminho e não o de Médico ou Engenheiro (coloque aqui a profissão que seus pais já disseram que era o melhor para o seu futuro). Não vou estender muito sobre o assunto (outro Academia Opina sobre vida de autor, quem sabe), mas grande parte dos autores já é pouco lido com todo mundo elogiando suas obras, então imagem só se um blogueiro detona o livro em uma resenha. 
Essa é uma das principais razões (que eu vejo por aí) para um autor detestar quem publique resenhas “negativas” de suas obras. Eu disse principais e não única, certo? Existe o autor que acha que é o senhor das letras, intocável (tem blogueiro assim também). Esses não vão encontrar falhas em suas obras e atacam blogueiros que “falam mal” de seus livros. Uma amiga blogueira sofreu de um ataque gratuito por ter dado sua opinião sobre o livro de um autor x. Não lembro exatamente o contexto, mas sei que rolou de xingamento para baixo e até um “chamado às armas”, onde a autora em questão chamou um fã clube para denegrir a menina. Claro que não é todo mundo que faz isso. Tem autores maravilhosos espalhados por aí que não só aceitam, como levam pra frente as opiniões daqueles que leem suas obras.
Esse é só um exemplo de que existem autores que não sabem levar numa boa (e para o lado profissional) uma crítica. E de blogueiros que tem receio (diria até medo) de escrever resenhas/críticas negativas. Tem uns que nem parcerias fazem mais por causa desse tipo de situação. Porque se tem uma coisa que a história nos conta é que levou para o lado pessoal (atacando ou se defendendo) é confusão na certa. O caso mais absurdo que ouvi falar do assunto foi de um autor Y que disse o seguinte para o blogueiro: não gostei da sua resenha (a pessoa leu antes de ir ao ar), não quero que você publique.
Vou nem comentar.
Então, querido autor, antes de enviar sua obra ao blogueiro, pergunte o gênero que ele mais se identifica. Veja suas resenhas. Analise seu contato com outros autores. Se você não tem noção de como faz isso (vou vender meu peixe SIM) a Academia faz consultoria na área. Temos uma rede de colegas, experiência com editoras, outros autores e profissionais da área, podemos analisar e apontar caminhos para você investir o seu suado livro (mais informações, envia e-mail pra gente).
Esses simples gestos podem fazer uma diferença enorme e evitar possíveis dores de cabeça. Novamente, essa não é uma regra que deve ser seguida, é só uma recomendação. E porfavorzinho: um blogueiro fez a resenha do seu livro, o mínimo que você pode fazer é ir lá, deixar um comentário, curtir e compartilhar nas suas redes. É impressionante o tanto de autor que não dá valor a esse pequeno gesto. Eu vejo blogueiros surtando de felicidade quando um autor curte uma foto no Instagram, imagina compartilhar uma resenha! Aliás, parabéns aos autores (e editoras) que têm esse carinho com os blogueiros. Sério, fico extremamente chateado (ficava, no caso. Deixei de ligar para essas coisas) quando fazia a resenha do livro de um autor que sabia que eu estava lendo o livro dele e ele nem se dar ao trabalho (sendo que isso nem dá trabalho) de mostrar para a rede de leitores dele o que eu tinha feito. Concordam que todos saem ganhando?
Valorizem o trabalho do blogueiro.
Valorizem o trabalho do autor.
Tem espaço para todo mundo. Pode não parecer, mas tem.

         Agora a pergunta que eu sei que alguns de vocês devem estar querendo fazer: Luciano, você já deixou de publicar uma resenha negativa?
            Sim, uma vez.
            É, não sou perfeito.
            Não, não vou dizer qual. 

            Beijos e abraços.


          Querido leitor, agradeço demais se você chegou até aqui (palmas). Sei que o texto é grande, mas não tinha como abordar o assunto de forma leviana. Ainda acho que não falei o suficiente, mas posso muito bem fazer uma parte 2 sobre o assunto, basta vocês demonstrarem interesse.
E Luiza, se um autor leu sua resenha “negativa”, não absorveu as críticas e não quis mais saber de falar com você, deixa ir. Não tem porque se preocupar com pessoas assim. E se ela “xingar muito no Twitter”, deixa xingar. Você tem convicção do que escreveu, não deve descer ao mesmo nível. E se você algum dia errar, saiba reconhecer o erro. Não há vergonha alguma em admitir que errou. Lembre-se também que existem outras dezenas de autores doidos para saber as suas impressões de suas obras. Uma pessoa que abandona o barco porque você tem uma opinião divergente da dela não deve ser chamado de parceiro. Pode chamar de qualquer coisa, menos de parceiro.


Até a próxima.


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17/01/2018

Douglas MCT anuncia novo projeto em parceria com a AVEC Editora



           Respondam rápido: quando se fala em monstros clássicos, qual o primeiro que vem a sua cabeça? Na minha vem o Vampiro na hora. Eu curto muito toda a mitologia acerca dos chupadores de sangue e apesar de não ser um grande consumidor da literatura vampiresca, respeito muito. Mas o que isso tem a ver com o post de hoje, vocês provavelmente estão se perguntando.

Bom, é que o autor Douglas MCT (que já apareceu aqui no blog com a resenha do livro O Coletor deAlmas) anunciou recentemente que está trabalhando em seu novo livro e que a editora AVEC, nossa parceira, é sua nova casa editorial. E é claro que como parceiros dessa ótima editora, embarcamos na proposta e estamos ansiosos para ver esse livro chegar nas livrarias e nas mãos dos nossos leitores! Mas chega de enrolação, conheçam a nova obra do autor intitulada: "Betina Vlad e o Castelo da Noite Eterna".


A obra:

"Os famosos monstros da literatura e do cinema realmente existem! Eles acabam gerando filhos, com sua herança sobrenatural. Apenas alguns descobrem sua identidade - de um jeito sempre terrível - e conseguem chegar ao Castelo da Noite Eterna, uma fortaleza de monstros na Transilvânia dedicada ao treinamento de jovens sobrenaturais. Essa é a revelação que leva a garota brasileira Betina Vlad a uma incrível aventura por um mundo escuro e cheio de mistérios, na morada de seu verdadeiro pai – Drácula! Com a ajuda do lobisomem Tyrone Talbot e de Adam - um dos filhos de Frankenstein -, Betina tenta resgatar uma menina sobrenatural das garras da perigosa Inquisição Branca, ao mesmo tempo que a turma passa a ser perseguida por caçadores de monstros, entre eles Van Helsing. Em meio aos perigos dessa jornada, Betina precisa confrontar um pai que ela não conhece e lidar com uma cruel traição"




Sobre o autor:

Douglas MCT cursou Criação e Produção Audiovisual e no momento atua como roteirista de quadrinhos, filmes, games e desenhos animados. Editor-Chefe da revista Neo Tokyo, também escreveu para as HQs da Turma da Mônica, é criador e roteirista dos mangás Hansel&Gretel e Dez Desejos, e das animações da Galera Animal para a TV Globo. Autor do livro O Coletor de Almas e da série Necrópolis, ainda possui vários contos publicados.

Além do anúncio da capa e sinopse, o autor ainda disse que esse é apenas o primeiro volume de uma série chamada "Betina Vlad e os Sobrenaturais". Então podem aguardar que outros monstros clássicos devem dar as caras nessas obras! Vocês chutam qual? Aposto no Lobisomem.
A obra ainda não tem data certa de lançamento, mas deve sair ainda nesse semestre pela AVEC Editora. A capa e as ilustrações ficam a cargo do talentoso Michel Mims. Ficaram curiosos? Acompanhem a página oficial do livro e fiquem por dentro das novidades!



Até a próxima!
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16/01/2018

RESENHA – Fique comigo (J. Lynn)

Ficha técnica:
Referência bibliográfica: Lynn, J. Fique comigo – série “espero por você”. 1ª edição. Ribeirão Preto/SP, Novo Conceito, 2017. 384 páginas. Tradução: Paulo Polzonoff Junior
Gênero: Ficção, Romance, New Adult
Temas: segredos, superação, confiança, agressão doméstica
Categoria: Literatura Estrangeira; Literatura Americana
Ano de lançamento: 2014 nos Estados Unidos da América e 2017 no Brasil
Série: Esperopor você (Livro 1) e Fique comigo (Livro 2)



“As palavras de um ébrio eram as reflexões de um sóbrio”.
Fique comigo – Livro 2 (posição 796 - E-book via Amazon)




Queridos leitores, este é o segundo livro da série “espero por você”. O primeiro livro contou a história do Cam e da Avery. Este livro conta a história da Teresa Hamilton (Tess), irmã mais nova do Cam, e do Jase Winstead, melhor amigo do Cam.
 (Atenção: cuidado com o spoiler do livro “espero por você” neste parágrafo) A Teresa, para quem não leu o livro anterior, tinha esperança de se tornar bailarina profissional. Porém, por conta de um acidade, que culminou no rompimento de ligamento do joelho, a garota estava afastada da dança até se recuperar. Por conta do acidente, ela foi para a mesma universidade do irmão. Contudo, para não ficar na “asa” do Cam ela resolveu dividir um quarto com a Debbie Lamb, apartamento no residencial West Woods.
Desde o primeiro momento em que ela conheceu o Jase, quando tinha dezesseis anos, ela se encantou pelo garoto. Sendo que em uma das visitas dele, os dois ficaram. Infelizmente, após o beijo, ele ignorou todas as mensagens da garota e não mantiveram mais contato, até que ela foi para faculdade.
O Jase era um rapaz muito apegado à família, principalmente ao seu irmão mais novo, Jack. Apesar de ser um gato (dizem que ele é até mais bonito que o Cam), o Jase nunca se envolveu emocionalmente com uma garota. Contudo, a irmã mais nova do seu amigo mexeu muito com ele.
Leitores, eu tiro o meu chapéu para a Tess, sério! Essa garota é muito forte, afinal ela superou com maestria todos os obstáculos que a vida colocou na sua frente, como as agressões físicas causadas pelo Jeremy, seu ex-namorado. Além disso, ela teve que conciliar toda o drama emocional que era o Jase, pois, apesar de ele se mostrar muito apaixonado por ela, o rapaz não conseguia aprofundar a relação deles, por conta de alguns segredos do passado (obvio que não vou contar) que poderia afetar o futuro.
Confesso que esperava com pouco mais do Jase, talvez eu o tenha comparado muito com o Cam – personagem que eu amei. Porém, no decorrer da história, eu compreendi várias das atitudes dele.
Este livro é repleto de supressão, acho que essa é a melhor palavra para descrever. Ele aborda a temática da agressão doméstica, que é tão comum na vida de várias mulheres, infelizmente.
A J. Lynn, também conhecida como Jennifer L. Armentrout, é best-seller internacional com mais de 1 milhão de livros vendidos e número 1 da lista do New York Times. Ela vive em Martinsburg, West Virginia. Quando não está concentrada escrevendo, ela passa o tempo lendo, assistindo a filmes B de zumbi e curtindo ao lado do marido e do seu jack russell, Loki. O sonho de virar uma escritora começou na aula de álgebra. Ela passava a maior parte do tempo escrevendo contos – o que explica as péssimas notas em matemática. Jennifer é autora de paranormais para jovens, ficção científica e fantasia.
O livro possui 32 capítulos e foi escrito em primeira pessoa, pelo ponto de vista da Teresa. Gostei do livro e já estou ansiosa pela continuação da série, que contará a história da Calla Fritz, amiga da Tess, e do Jackson James. Ressalto que entre o primeiro e o segundo livro, foram lançados dois contos, sobre o Cam e a Avery.


Bibliografia da J. LYNN (ordem cronológica):

Livros:
  • Obsidiana – Valentina (2015)
  • Ônix – Valentina (2016)
  • Opala – Valentina (2017)
  • Espero por você – Novo Conceito (2017)
  • Fique comigo – Novo Conceito (2017)
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15/01/2018

Li 24 livros em 2017 - grande parte foi dentro do ônibus


Oi! Como vocês estão? Há um ano, mal 2017 havia começado e me desafiei a ler 24 livros para chegar até a média de dois por mês. Consegui concluir a meta em meio às crises de ansiedade, incertezas da vida e aflição de concluir a faculdade. Algumas obras estavam em mente desde o início, mas o interesse em outras foi surgindo ao longo dos 12 meses. 

Em resumo, retomei os títulos indicados no ensino médio e, entre os contemporâneos, conheci até séries eróticas. O resultado foi ótimo! Não folheei dois livros (físicos ou eBooks) em cada mês: em alguns li três ou quatro e, em outros apenas um. Como são muitos, destaco alguns neste post. 

As viagens diárias de ônibus de Luziânia para Brasília, e vice-versa, foram minhas grandes aliadas. No balanço do baú voltei à narrativa irônica de Machado de Assis, capaz de deixar histórias do cotidiano mais atrativas que incríveis aventuras. Reli "Dom Casmurro" e conheci "Quincas Borba". 

Tive o prazer de descobrir a profundeza da escrita de Clarice Lispector, em "Perto do Coração Selvagem", além de me divertir com as peripécias vividas pelos personagens de Audrey Carlan, autora de "A Garota do Calendário".

Dois livros em especial me perturbaram – no bom sentido, se é que isso existe – por me tirarem da minha cômoda mania (adquirida durante a parceria com a Arqueiro) de devorar romances de época. O primeiro foi o clássico “O Médico e o Monstro”, que sempre ouvi falar, mas nunca antes havia tido motivação ou curiosidade para ler. Fui tola! Se tivesse conhecido as palavras de Robert Louis Stevenson mais nova, constataria mais cedo o quão extraordinária é a humanidade nos pequeninos detalhes.

O Médico e o Monstro, de Robert Louis Stevenson
A outra surpresa foi “Tony e Susan”, uma trama policial de Austin Wright. Para quem não sabe, o título inspirou o filme “Animais Noturnos”, estrelado por Jake Gyllenhaal e Amy Adams. A obra tem uma história dentro da outra: a personagem principal recebe o livro do ex-marido, no qual há o violento e angustiante percurso percorrido pelo protagonista após o sequestro da esposa e da filha. Do início ao fim é provocativo, curioso e excitante.

Tony e Susan, de Austin Wright
Entre os brasileiros, li “As letras do amor”, de Paula Ottoni, e “Noites de Sol”, do Bruno Bucis. Os dois discorrem sobre a vida de adolescentes que se veem, de um dia para o outro, precisando enfrentar decisões da vida adulta. Muito bem construídos, merecem ser explorados por leitores de todo o mundo.

Bom, queria ter conhecido muitas outras histórias naqueles 365 dias, mas 2018 chegou e tenho vários dias pela frente para colocar isso em prática. 

Veja a lista completa dos livros lidos por mim em 2017:
  • A Perversa (Tarryn Fisher);
  • O Impostor (Tarryn Fisher);
  • As Letras do Amor (Paula Ottoni);
  • Escândalos de Cetim (Loretta Chase);
  • Perto do Coração Selvagem (Clarice Lispector);
  • Escândalos na Primavera (Lisa Kleypas);
  • A Cabana (William P. Young);
  • Tony e Susan (Austin Wright);
  • As Vantagens de ser Invisível (Stephen Chbosky);
  •  O Médico e o Monstro (Robert Louis Stevenson);
  •  Boneco de Pano (Daniel Cole);
  •  Dom Casmurro (Machado de Assis);
  •  A Garota do Calendário – Janeiro (Audrey Carlan);
  •  A Garota do Calendário – Fevereiro (Audrey Carlan);
  •  Água para Elefantes (Sara Gruen);
  •  Quincas Borba (Machado de Assis);
  •  Fuck Love – Louco Amor (Tarryn Fisher);
  •  O Diamante (J. Courtney Sullivan);
  •  Jane Austen – Uma Vida Revelada (Catherine Reef);
  •  Inverno Russo (Daphne Kalotay);
  •  Noites de Sol (Bruno Bucis);
  •  A Garota do Calendário – Março (Audrey Carlan);
  •  A Garota do Calendário – Abril (Audrey Carlan);
  •  A Historia De Raven Queen (Shannon Hale). 


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11/01/2018

A Era dos Mortos chegou




                Olá, queridos leitores da Academia! Finalmente a espera acabou. Para vocês que não aguentavam mais esperar pelo próximo volume da incrível série de zumbis nacional “As Crônicas dos Mortos”, o autor Rodrigo de Oliveira liberou a capa, a sinopse e a pré-venda tudo de uma vez só! E para quem ainda não leu nada sobre as Crônicas, fique avisadíssimo que essa sinopse contém SPOILERS mais letais que a infecção dos zumbis. Aviso dado. Abaixo você confere TUDO a respeito do penúltimo volume da maior saga de zumbis do Brasil. 


E OS HUMANOS DESCOBREM QUE A PIOR DESGRAÇA NÃO SÃO OS ZUMBIS...



A obra:

Vários anos se passaram desde que Uriel, agindo como um tirano, assumiu o controle da maior colônia de sobreviventes do apocalipse zumbi na Terra.
Ivan, Estela e quase todos os seus aliados estão mortos. Do grupo original, apenas Isabel, Mariana e alguns poucos conseguiram escapar de Ilhabela. E a cada dia, a fome de poder de Uriel e de seu filho, Otávio, aumenta, tornando a vida dos sobreviventes ainda mais penosa. O trabalho escravo se torna a regra. A cobrança de mais e mais tributos e a imprevisibilidade do poder central mantêm todos em constante alerta.
Otávio, que passou anos realizando pesquisas médicas, finalmente consegue um meio de controlar os bersekers, os zumbis monstruosos, transformando-os em cães de caça. É a sua forma de assegurar a permanência no comando da comunidade, mas também de destruir, pelo medo, qualquer intenção de resistência. Então, ele produz algo ainda pior, uma criatura feroz e diabólica com o poder de destruição em massa.
Há muito em jogo. O governo central ainda considera Isabel uma grande ameaça, seja viva, ou morta-viva, o que poderia transformá-la numa nova Senhora dos Mortos. Mas, duas crianças chamam a atenção de Isabel que decide prepará-las para batalhas ainda mais sangrentas. Serão elas a esperança para o fim daquela era de medo e destruição?
A derradeira batalha está para começar, mas os inimigos, humanos e zumbis, também têm suas surpresas.
Sejam bem-vindos a uma nova era de horror e violência. Esta é... a Era dos Mortos.




Sobre o autor:


RODRIGO DE OLIVEIRA é Gestor de TI e fã de fiçcão científica, dos clássicos de terror, em especial da obra de George Romero. A ideia para esta série surgiu após um longo pesadelo tão real que, ao acordar, começou a escrever freneticamente, até concluir seu primeiro livro, O Vale dos Mortos. Casado, com dois filhos, nasceu em São Paulo, e vive entre a capital e o Vale do Paraíba.

                Vou nem comentar o quanto estou ansioso para essa obra... mentira, vou comentar sim! Eu estou me remoendo por dentro para descobrir o que diabos o Rodrigo aprontou dessa vez. Quem já leu alguma obra do autor sabe que ele é meio... homicida. E rapaz... ele vai ter de se superar mais uma vez, pois Ilha dos Mortos foi uma coisa de louco.
                Leitores da Academia, o livro está em pré-venda, como dito lá em cima. Lembrando que está é a parte 1. Isso mesmo, o autor dividiu a obra em duas partes por estar grande demais. Então vocês já podem ter uma noção do tanto de carnificina que deve ta vindo por aí. A previsão é que as vendas comecem a partir do dia 02 de março. Vocês podem encontrar nos links abaixo. Por favor, ajudem nosso blog a crescer. Se quiserem adquirir o livro, usem o nosso link taggeado.



Até a próxima!

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