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22/05/2014

Parceiro da Academia - Renan Carvalho - A Estrela dos Mortos


E por último, mas não menos importante, só nos resta esperar pelo lançamento de “A Estrela dos Mortos”, segundo livro da série SuperNova. Com lançamento para 2014, já descabelando seus fãs por não ter uma data definida, mas o autor muito bom já adiantou a Sinopse e o Prólogo para acalentar os corações.

Então no post de hoje, vou falar sobre “A Estrela dos Mortos”, continuação de "O Encantador de Flechas", do nosso parceiro Renan Carvalho. Importante informá-los que o livro ainda não teve a capa divulgada, o que gera mais ansiedades nos fãs. Antes de conhecer a obra vamos seguir uma dica do autor:
 "Coloquem o som na caixa e experimentem as primeiras páginas de A ESTRELA DOS MORTOS"
Música ideal para entrar no clima do livro - Clique aqui



Supernova – A Estrela dos Mortos


APRESENTAÇÃO
Novos Desafios

O mundo de Supernova é um lugar complexo, belo pela diversi­dade que apresenta e perigoso pelos desafios que contém. As cidades imensas trazem profundos problemas sociais, povos diferen­tes lutam por soberania, conflitos políticos se estendem até batalhas sem motivos e pessoas tiranas fazem de tudo para conseguir o tão almejado poder; algo comum na natureza do ser hu­mano.

A civilização do homem cresceu rapidamente, dominou os polos e todas as áreas centrais do globo. Hoje, beira uma guerra civil, na qual humanos matam humanos por causas cada vez mais banais.

É nesse ínterim que o segundo livro da série se contextualiza. Novos desafios serão enfrentados, outra vez de perspectivas diferentes: de um lado Leran, que após a ascensão de Nagisa e Babo ao poder de Acigam, viu-se obrigado a deixar a cidade com sua irmã, evitando ser preso por crimes que não cometeu. Do outro lado a trama apresenta Tlavi, mestra da Ordem dos Paladinos e Estrela da Cura, que enfrenta os mistérios de um inimigo perigoso que desperta as forças das trevas no território pacificado de Sonatri — O Reino Central.

O caminho destes personagens está ligado pelo destino. Será que poderão lutar juntos para descobrir como vencer os novos inimigos? Poderá Luana despertar sua verdadeira força? E Leran, como agirá diante da evolução dos poderes da irmã? É isso que vamos descobrir em “A Estrela dos Mortos”, o segundo livro de Supernova.







Prólogo
“Há milhões de anos, seis deuses irmãos criaram o mundo. Preencheram-no com suas energias e suas maiores virtudes. Conforme haviam consentido, cada um controlaria uma parte da criação, isolados. Ao se materializarem naquele lugar, eles assumiram identidades mais adequadas ao novo ambiente e em seguida, deram vida a seres diversos, que seguiram a forma de seus criadores. Terra foi o primeiro a seguir para a criação. Lá, o deus moldou um enorme deserto e se embrenhou no solo, ajustando seu corpo em um inseto vigoroso de carapaças rígidas e fortes. Seu poder gerou animais que habitaram as areias, além de plantas exóticas e inúmeras florestas nos arredores do domínio árido. Ar voou para perto das encostas e lá fundou um gigante ninho para que seus filhos crescessem. Dotado de penas e grandes asas, o deus dominou os céus e povoou seu recanto com aves belas. O fundo do oceano foi a escolha de Água. Escamas, guelras e tentáculos brotaram na deusa. Suas crias a seguiram para as profundezas mais escuras e se multiplicaram, habitando as águas. Fogo, por sua vez, viajou para o alto das montanhas mais quentes e tomou a forma de um feroz réptil alado, com bocarra imensa, longa cauda e um perigoso hálito fervente. Seu poder trouxe ao mundo outros seres cheios de escamas que se espalharam pelas terras escaldantes. Luz ergueu seus domínios sobre as amplas planícies, lugar onde o sol brilhava incessantemente. Sua forma era bela, a pele brilhava como o cristal e os olhos emanavam cores encantadoras. Por aquelas terras, mamíferos corriam e se alimentavam da relva. Por fim, Treva buscou o lugar mais sombrio para se instalar. Encontrou, no extremo sul, um grande abismo e lá seus filhos macabros nasceram. Longe da luz e do calor, a deusa era pálida, quase translúcida, através da pele via-se parte dos órgãos funcionando. Sua cria tinha as mesmas características: anfíbios e vermes de forma decadente. Em pouco tempo, os deuses também deram vida a seres inteligentes e cada um dos domínios se tornou lar de uma civilização. Tais povos eram formados por criaturas semelhantes e devotas a cada um dos deuses que as criaram. Os seis senhores do mundo governaram seus recintos, sem interferir nos domínios dos irmãos. Mas mesmo que não tivessem a intenção de expandir seus territórios, suas energias eram grandiosas demais para se limitarem a pequenos lotes de terra. Aos poucos, o poder dos deuses se espalhou, mesclando as diferentes energias, o que trouxe consequências. A maior e mais importante delas foi o aparecimento de uma nova raça inteligente, banhada pelas seis forças, filha de todos os deuses ao mesmo tempo. Logo essa prole ficou mais forte e decidiu dominar as demais. Em pouco tempo, os deuses assistiram seus filhos lutarem em uma guerra violenta que resultou na extinção de muitas raças. Sobrou apenas a última, aquela cuja estrutura era mais dinâmica, mais adaptável às diferenças do mundo: a raça humana. Sem mais contar com seus seguidores fiéis, os deuses voltaram a atenção para os homens. Queriam dominá-los como faziam com seus primeiros filhos. Mas estes seres eram diferentes dos anteriores. A força dos deuses não surtia o mesmo efeito sobre eles. Os humanos precisavam ser seduzidos, doutrinados. Assim, os senhores do mundo mudaram suas estratégias para conquistar a nova raça. Todos conseguiram fiéis, mas dois deles foram muito mais efetivos nessa aproximação. O primeiro recebeu dos humanos o nome de Phelgor — o Pai Sol, o Senhor do Dia —, a segunda fora batizada de Shazp — a Mãe da Escuridão, a Lua que Míngua — e entre eles, a maior batalha se iniciou no berço da civilização humana. De um lado, os homens que cultuavam as Trevas, poderosos dominadores das energias negras, modeladores da morte, manipuladores da discórdia e do pânico. Do outro, os seguidores da Luz, os que se guiavam pelo sol, purificavam os malditos e orientavam a cura. A batalha foi longa e sangrenta, mas Shazp acabou derrotada, sendo banida do Reino Central, de volta ao abismo. Seus seguidores foram condenados à guilhotina, sem nenhuma piedade. Phelgor pensou ter livrado a raça humana de sua maior inimiga, mas ele não imaginava que o isolamento nas sombras falharia em enfraquecer a Senhora da Escuridão, assim como a morte não era suficiente para àqueles que foram devotos a ela. O deus deveria saber que o Equilíbrio daria à Shazp uma chance de ressurgir. Afinal, no mundo tudo acontece em ciclos… e um novo ciclo, desta vez guiado por trevas, não demoraria a surgir.” — Mitologia Antiga — Acervo da Biblioteca de Nuanto

Opinião do Leitores: 

Carla Caroline 
“OH DEUSES! Mega Ansiosa pelo segundo livro! Será tão bom e surpreendente quanto o primeiro!”

Igor Lima
"Uhuuuu :3 finalmente uma parte do livro 2! Agora so falta o livro fisico!"

Pedro Natanael
Aguardando atentamente, não vejo a hora de loder ler esse livro *-*


Ansiosos? Também estamos, queremos ver a continuidade da série e agradecemos ao autor pela parceira e toda atenção dada. A Academia deseja sucesso para você Renan! E agora só falta, o Booktrailler e que venha logo o livro.
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