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02/07/2018

Julho começa bem com lançamentos da Faro Editorial

 Olá, queridos leitores!!! Tudo certinho? Hoje vamos de lançamentos da Faro Editorial para julho. É sempre aquela emoção descobrir quais são os livros que acabaram de sair do "forno".


Todo mês tem novidade e a gente fica como?! kkkk O lance é encher as estantes para depois podermos reclamar que compramos muitos livros e tem uma pancada deles que ainda não lemos, não é mesmo?



“Tem  as  partes  hot,  mas  também  aquela  graça  e  leveza  dos  filmes  fofos  que  adoramos.”

- REVISTA COSMOPOLITAN


Sobre a obra: 

Quarto  livro  da  autora  no  Brasil  traz  mais  um  casal  deliciosamente  divertido  e  sensualmente  apaixonante  para  os  leitores  
Era  uma  vez  um  cara  e  uma  garota,  e  então  deu  tudo  errado.  Fim.    Que  nada,  estou  brincando!  Você  jamais  adivinharia  o  que  aconteceu! 
Wyatt  Hammer  era  um  cara  que  adorava  curtir  a  vida  e  fazer  coisas  contra  as“regras”,  afinal  tudo  que  é  proibido  é  mais  gostoso,  não  é  mesmo?  Ele  sempre  achou  que  a  vida  é  curta  demais  para    perder  tempo  sem  se  divertir!  E  era  justamente  isso  que  ele  estava  pensando  em  fazer  com  Nathalie  Rhodies,  sua  linda  assistente,  na  viagem  a  Las  Vegas. Apenas  dois  colegas  de  trabalho  que  iriam  curtir  a  cidade  e  seus  pecados,  e  nada  além  disso.                                                                                                                                                       Mas  Nahtalie  poderia,  além  de  organizar  sua  vida  no  trabalho,  topar  todas  as  suas  aventuras  entre  quatro  paredes,  na  escada  do  prédio,  atrás  de  uma  máquina  de  caça  niqueis,  naquela  montanha-russa...  pois  é,  será  mesmo  que  o  que  acontece  em  Vegas,  fica  em  Vegas? 

Sobre a autora:



 Lauren Blakely  vive  na  Califórnia  com  sua  família  e  teve  a  inspiração  para  cada  uma  de  suas  histórias  enquanto  passeava  com  seus  cachorros.  É  reconhecida  pelo  seu  estilo  de  romance  contemporâneo:  quente,  romântico  e divertido.  Com  catorze  best-sellers,  seus  títulos  aparecem  no  topo  das  listas  do  The  New  York  Times  e  do  USA  Today  e  já  venderam  mais  de  1,5  milhão  de  exemplares.  No  Brasil  publicou  Big  Rock  e  Mister  O.  Todos  inovam  ao  contar  histórias  românticas  do  ponto  de  vista  masculino.





Sobre a obra:

O livro "Dança da escuridão" é a sequencia de  “Horror  na  Colina  de  Darrington”, trama que arrebatou milhões de leitores no Whattpad. Nele, onze  anos  após  sua  condenação,  Benjamin  Francis  Simons  ainda  sofre  com  as lembranças  de  seus  atos  passados  —  sombras  traiçoeiras  que  insistem  em  rastejar  para  dentro  de  sua  mente...  E  quando  a  salvação  parece  finalmente  bater  à  sua  porta,  ele  percebe  todo  horror  que  o  aguarda,  algo  que  nunca  seria  capaz  de  imaginar. 
O  terror  sobrenatural,  com  toques  de  suspense  psicológico,  pulp  e  noir  do  carioca  Marcus  Barcelos  nasceu  pela  ferramenta  digital  Wattpad,  com  a  publicação  de  novos  capítulos  a  cada  duas  semanas.  Quanto  mais  a  história  de  Ben  Simons  avançava,  cresciam  exponencialmente  o  número  de  leitores,  que  hoje  já  ultrapassam  a  marca  de  1  milhão,  tornando  Marcus  o  primeiro  autor  nacional  de  terror  a  atingir  esse  número!    
Em  “Dança  da  Escuridão”  Ben  Simons  desperta  abruptamente  e  se  vê  amarrado  a  uma  cadeira  de  metal,  imerso  no  breu  de  um  local  desconhecido.  A  voz  que  grita  é  a  de  um  homem  misterioso  e  sem  escrúpulos,  que  não  poupará  esforços  para  extrair  de  seu  interior  a  obscura  confirmação  que  tanto  deseja...  o  malpresente  na  sua  origem. 
 Agora,  para  entender  o  que  tudo  aquilo  significa,  o  que  o  colocou  naquela  situação  de  alvo  da  seita,  e  tentar  salvar  todos  que  estão  em  perigo  por  sua  causa,  ele  precisará  remontar  seus  passos  desde  muito  antes  da  fuga  do  sanatório  ou  do  episódio  na  Colina  de  Darrington  e  confrontar  os  tentáculos  da  aterrorizante  organização,  que  se  mostram  cada  vez  mais  presentes  em  todos  os  lugares.  E  otempo  é  curto. 

Obs.: Nunca ouviu falar sobre o primeiro livro e está perdido(a)? Clique aqui e leia a resenha de “Horror  na  Colina  de  Darrington”. 


Sobre o autor:


Marcus  Barcelos  nasceu  no  estado  do  Rio  de  Janeiro.  É  escritor,  roteirista  e  apaixonado  por  literatura,  principalmente  de  terror.  Cresceu  lendo  os  grandes  mestres  do  gênero,  como  Stephen  King,  Edgar  Allan  Poe,  H.P.  Lovecraft  e  R.F.Luchetti.  Nos  clássicos,  encontrou  sua  paixão  por  contar  histórias.  Começou  a  escrever  seu  livro  de  estreia,  Horrorna  Colina  de  Darrington,  ainda  em  2014,  na  plataforma  Wattpad.  Logo  ganhou  notoriedade  na  internet,  atingindo  posição  de  destaque  no  gênero  e  milhares  de  seguidores,  o  que  resultou  no  convitea  ser  um  dos  embaixadores  da  plataforma  no  Brasil.  Hoje,  Horror  na  Colina  de  Darrington  conta  com  quase  dois  milhões  de  leituras  no  Wattpad  e,  em  2016,  ganhou  uma  edição  definitiva  publicada  pela  Faro  Editorial.  Marcus  continua  morando  no  Rio  de  Janeiro,  onde  trabalha  em  suas  novas  histórias,  e  atua  como  roteirista  em  produtoras  e  canais  de  tv.  Dança  da  Escuridão  é  a  continuação  de  seu  primeiro  romance  e  o  desfecho  da  história  de  Benjamin  Francis  Simons. 


É isso aí, pessoal. Esses foram os lançamento do mês na Faro, espero que tenham gostado, não deixem de pontuar suas opiniões aqui nos comentários e de compartilhar este post (é sempre de grande ajuda).

Beijão!!! Até a próxima. 😉💖 
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26/06/2018

RESENHA - Mulher com Brânquias (Patrícia Baikal)

Ficha técnica:
Referência bibliográfica: BAIKAL, Patrícia. Mulher com Brânquias. 1ª edição. Brasília. 248 páginas.
Gênero: Suspense.
Temas: Maldição. Peixes.
Categoria: Literatura brasileira.
Ano de lançamento: 2018.












“Senti-me como a mendiga para quem tinha negado carona algumas semanas atrás num dia chuvoso, no caminho para o aeroporto JK. Ela estava tão desesperada como eu. Também tinha brânquias como eu. Era uma estranha, como várias pessoas desconhecidas com quem me deparava todos os dias, sem que eu soubesse com quais monstros lutavam em suas realidades mais íntimas.
           *Mulher com Brânquias (pág. 216).

Em Mulher com Brânquias conhecemos a angústia de Rita frente às mudanças corporais que misteriosamente começam a ocorrer antes do aniversário de 33 anos. Rita vê escamas surgirem pelo corpo e volta a ter as sombrias visões as quais tinha quando criança.
O medo, então, passa a ser presente no dia a dia da professora universitária e proprietária do Porcelana & Cia. Em meio ao receio do desconhecido, Rita enxerga um grande peixe assustador nos lugares e momentos mais improváveis.
Em uma viagem a Monte do Batismo, cidade de Minas Gerais onde estão as origens de Rita, ela descobre segredos das Odas, suas antepassadas. A protagonista, então, passa a acreditar que seus devaneios são frutos de uma maldição.

"Eu estava suja num lugar inóspito, sentindo a solidão das presas fáceis que tinham a sorte de serem devoradas por inteiro. O que aconteceria comigo nos próximos minutos? A vida tomava aos poucos a forma dos meus mais íntimos pesadelos."
           *Mulher com Brânquias (pág. 198).

Mulher com Brânquias guia o leitor de acordo com as emoções de Rita. O livro é um misto de angustia, apreensão e alívio. Patrícia Baikal acerta ao construir o mistério em torno de uma personagem com a qual é possível se identificar. O resultado é a possibilidade de sentir na pele a trajetória de Rita.
O romance ainda apresenta os dramas familiares da personagem. Além das transformações, Rita encara o casamento do pai com uma mulher bem mais jovem; o sofrimento da irmã causado por uma traição; e a indiferença do avô.
Tudo que acontece com a protagonista envolve, de alguma forma, os parentes. Esse ponto deixa a narrativa mais amarrada, pois se restringe a história ao núcleo familiar e não confunde o leitor.
Mulher com Brânquias é narrado em primeira pessoa, pela Rita. O foco são as mudanças e descobertas da protagonista. A relação temporal é linear e boa parte da narrativa ocorre nos dias anteriores ao aniversário da personagem. Destaca-se o fato de o livro ser dividido em duas partes: antes e depois de uma experiência devastadora.
Ha incríveis ilustrações que dão ainda mais asas à imaginação. Os belíssimos desenhos em preto e branco dão vida a alguns momentos descritos na obra. A artista responsável é Fabiana Rezende.
Patrícia Baikal foi criada em Uberlândia (MG) e atualmente reside em Brasília (DF). Apaixonada por escrita, criou o blog Palavras de Bandeja, onde escrevia minicontos - alguns já premiados em concursos literários. Mulher com Brânquias é o segundo suspense da escritora. O primeiro é Mariposa, publicado em 2015.
Rita pode ensinar muito sobre autoconhecimento e autoestima. Ao enfrentar seus demônios, ela mostra o caminho para lutar contra o que nos aterroriza todos os dias. Por isso, Mulher com Brânquias é um livro indicado para todos aqueles que precisam lembrar como aproveitar a vida e dar valor às pessoas.


Bibliografia de PATRÍCIA BAIKAL (ordem cronológica):
Livros:

  • Mariposa – Kiron (2015).
  • Mulher com Brânquias (2018)




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25/06/2018

1° Feira de Troca de Livro da Academia


Olá, queridos leitores da Academia! Como estão? É com muita alegria que iniciamos as comemorações do aniversário da Academia Literária. Daqui menos de um mês, no dia 20 de julho, nosso projeto celebra cinco anos do início de suas atividades e uma data dessas não poderia passar em branco, não acham?
 Temos algumas surpresas e ações que estão sendo preparadas para os nossos leitores que serão divulgadas ao longo do mês de julho. E neste post gostaríamos de iniciar uma dessas ações: o nosso evento de aniversário.


Apresentação

A Academia Literária-DF celebra seus 05 anos de atividade em 2018. E foram 05 anos de excelentes leituras, muito engajamento, muitos projetos realizados e sonhados, muitas conquistas, muito aprendizado, muito trabalho e, principalmente, a consolidação de parcerias maravilhosas e muitas amizades construídas.
No início de tudo, o objetivo era despretensioso: compartilhar nosso amor pela Literatura com outros leitores, conhecer e divulgar bons autores nacionais. Mas quis uma força maior que fossemos além. Antes do primeiro ano de atividade estávamos galgando espaço na realização de eventos! E começamos logo com o grande desafio de organizar a edição Brasília do Mochila Literária, um evento que reuniu em uma tarde nada menos que dezesseis autores para rodadas de bate papo com os leitores. Foi uma prova de fogo, mas conseguimos. De lá pra cá realizamos diversos eventos de lançamentos de livros, encontros de fãs, bate-papos com vários autores e até promovemos grandes eventos como o Encontro de Blogueiros e Jovens Escritores na 32º Feira do Livro de Brasília (2016). Também fomos um dos blogs idealizadores dos eventos Literatura por Mulheres (cuja terceira edição ocorreu este ano) e Brasília que Escrevo (que estreou no calendário da Capital em 2018). Diz o ditado que “uma andorinha sozinha não faz verão” e nunca estivemos sozinhos nessa empreitada! Tivemos sempre a felicidade de contar com parceiros competentes e queridos com os quais sonhamos juntos e unimos força para realizar cada um desses eventos.
Foram 05 anos intensos e muito felizes!
E por cada conquista e por cada pessoa que conhecemos nessa jornada, gostaríamos de agradecer e celebrar! E não há maneira melhor de celebrar do que fazendo o que tanto gostamos de fazer: promover a Literatura, promover encontros, compartilhar histórias e experiências. Como? Uma feira de troca de livros!
Inspirados por ação semelhante realizada anualmente pelo Planetário de Brasília, a Feira de Troca da Academia será uma oportunidade de leitores, escritores, amigos e parceiros fazerem a Literatura circular. A dinâmica do evento se dará através da doação de exemplares de livros (em qualquer quantidade que o leitor desejar) e do resgate, no acervo doado, de outros exemplares em quantidade igual ao que cada pessoa doar. Será, portanto, uma tarde para praticar o desapego, renovar a estante e, sobretudo, compartilhar!

Feira de Trocas

Para este ano pensamos em comemorar o aniversário do nosso projeto com uma mini Feira de troca de livros. O modelo de trocas foi inspirado no modelo usado pelo Planetário de Brasília e temos como objetivo que as pessoas compartilhem suas histórias e recebam novas dos outros participantes, além da interação e trocas de experiência que os participantes poderão ter no evento.

Regras do nosso evento:
  • Para participar da troca, a pessoa tem de ceder um (ou mais) livro (s), que não poderá ser devolvido.
  • O participante assinará um termo de doação para poder participar das trocas.
  • Para cada livro que for cedido, o participante receberá uma ficha para trocar por outro exemplar. Livros infantis e HQ's terão de ser trocados por equivalentes.
  • O livro tem de estar conservado. Não serão aceitos livros com capas rasgadas, folhas faltando, encadernação solta, etc.
  • Será de livre escolha de cada participante resgatar a quantidade total de livros a que tem direito (dentro os exemplares disponíveis) ou uma quantidade inferior.
  • Será terminantemente proibido a venda de quaisquer produtos dentro das dependências do Sesc.
  • Livros didáticos, religiosos, dicionários, de cunho político, lista de endereços e telefones, enciclopédias, dissertações, pornográficos, legislação, informática e similares também não serão aceitos.

Este é um evento que estamos realizando em parceria com o Sesc-DF. Ele será realizado na Biblioteca do Sesc Estação 504 Sul, no dia 21 de Julho, a partir das 14h. O evento é totalmente aberto à comunidade.
Importante: os livros que não encontrarem um novo dono serão doados. Então, se você conhece um projeto, uma escolha ou biblioteca que precisa de exemplares eu seu acervo, mande um e-mail para academialiterariadf@gmail.com. Os que não forem doados a projetos, ficarão em posse da biblioteca do Sesc.
Autores e blogueiros de Brasília: temos uma proposta bem bacana para vocês divulgarem seus respectivos trabalhos na nossa Feira. Procurem a gente nas redes sociais ou mandem e-mail que explicamos para vocês nossa ideia. Estejam à vontade para sugerir alguma coisa. Estamos abertos a novas ideias.
Então é isso, leitores. Mais um evento que temos muito orgulho e alegria de organizar. Esse é um projeto piloto que testaremos esse ano. Se ele for um sucesso, iremos replicar a ação nos anos seguintes e quem sabe não vire uma tradição como o “Literatura por Mulheres”. Contamos com vocês para que isso aconteça. E fiquem ligados por estamos preparando mais quatro ações para comemorar nossos 5 anos de atividade.

Confirme presença no evento!

Até a próxima.

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22/06/2018

7 curiosidades da série "As Crônicas dos Mortos"



Olá, queridos leitores da Academia! Como estão? Dando continuidade as divulgações da série As Crônicas dos Mortos e do evento de lançamento do livro “Era dos Mortos - Parte 1” em Brasília, vamos falar um pouco sobre as curiosidades dessa série que conquistou uma verdadeira horda de fãs pelo Brasil.

1- A maior saga de ficção já escrita por um brasileiro.

                Isso mesmo! Rodrigo detém essa curiosa conquista. Estamos acostumados a ver trilogias quando falamos de séries, alguns até arriscam escrever um quarto livro, mas nenhum brasileiro que escreve ficção chegou na marca de publicação do Rodrigo: são 7 livros (o sétimo será lançado ainda esse ano). Isso mesmo, a saga do autor é a maior do gênero (em volumes) já escrita por um brasileiro. Convenhamos que é um desafio e tanto prender a atenção do leitor numa mesma história por 7 volumes. E acreditem, ele conseguiu esse feito.



2- As Crônicas dos Mortos é considerada pela crítica especializada como a obra sobre o apocalipse zumbi mais original desde The Walking Dead.

Confesso que fiquei com um (ou dois) pés atrás quando li isso pela primeira vez. Esse tipo de frase é muito usado para vender livros, e nem sempre é uma verdade. Igual quando colocam o nome de um autor famoso para dizer que tal livro é bom (já viu as obras que tem o George R. R. Martin na capa? O nome dele é maior do que o do autor que escreveu o livro haha). Mas depois de ler o Vale dos Mortos, e principalmente depois de ler A Batalha dos Mortos em diante, dá para entender perfeitamente o porque. A origem dos zumbis, as explanações cientificas, alguns personagens, o desdobramento dos acontecimentos… tudo é sim muito original e se não for a “mais”, é com certeza o Top 3. (quando eu ler todos os livros de zumbi lançados de 2014 pra cá eu atesto se é mesmo haha).


3 - A inspiração para a saga surgiu após o autor ter um pesadelo.

                Imagina a cena: “Nossa, que pesadelo terrível… vou escrever uma série que irá virar best seller nacional”. Ok, acho que o autor não pensou muito nisso, mas é curioso ver que tudo surgiu de um pesadelo do autor depois de assistir ao filme “A Madrugada dos Mortos”. Devemos essa história fantástica ao gatilho de um pesadelo.

Tive um pesadelo terrível... vou escrever um livro xD



4 - A Saga As Crônicas dos Mortos teve mais  de 50 personagens ao todo, e cobre um período de várias décadas após o surgimento dos zumbis.

                Isso mesmo! Existem mais de 50 personagens na série e não são aqueles que aparecem por uma folha e morrem (como alguns que aparecem na série The Walking Dead só para morrer de um jeito grotesco, por exemplo). São personagens construídos para objetivos dentro da obra e mesmo que tenham pouco tempo de “página”, os fãs podem lembrar-se de alguns deles apenas por dizer o nome. “Cobre um período de várias décadas após o surgimento dos zumbis”.
Aqui é uma curiosidade que pode chocar quem leu só até o terceiro livro. Existe um salto de 30 anos do terceiro para o quarto livro e outros 30 do quinto para o sexto e deve existir mais uns bons anos ai do sexto para o sétimo. Eu não lembro de ter lido ou visto algo do tema que avançasse tanto na linha temporal, o que faz com que o salto do arco do Negan em The Walking Dead para o dos Sussurradores seja fichinha haha.

               
5 - O nome do protagonista Ivan foi inspirado num personagem histórico.

                Sempre me perguntei “Como um analista de sistemas pode se tornar um líder tão cabuloso”? Ivan não foi apenas um líder nato, mas também um homem justo e leal, porém, que tinha um complexo de poder que quase o levou a ruína no terceiro livro. Segundo o autor das obras, o personagem foi inspirado no Czar Ivan, o Terrível. Conhecem? O Czar ficou conhecido por seu temperamento explosivo, por arrasar cidades e matar milhares de pessoas, mas também por governar seu país com seriedade e fazer da Rússia uma nação moderna. Agora troque pessoas por zumbis e Rússia por Ilhabela. Faz ou não faz jus?




6 - A protagonista Estela foi inspirada em uma personagem do autor Jorge Amado.

                Provavelmente a personagem mais carismática de toda a saga, Estela é inspirada na personagem Tieta, do escritor Jorge Amado, que é considerado por Rodrigo o melhor escritor brasileiro de todos os tempos. Baita homenagem, ein?

7 - A passagem do segundo livro na qual ocorre o surgimento da Senhora dos Mortos foi inspirada em dois filmes.

                Essa é para quem leu o segundo livro: Lembram-se da cena final do livro? Que o Ivan diz não e desperta a criatura mais mortífera que já pisou na face da terra? Pois é, o surgimento da Senhora dos Mortos foi inspirada em dois filmes: A cena do baile do filme Carrie, A Estranha e a cena final na Ilha de Alcatraz do filme X-Men 3. Lembram-se delas?



                O que acharam das curiosidades, leitores? Vale a pena dar uma chance a saga para quem não leu. Lembrando que o lançamento do livro para os leitores de Brasília está marcado para o dia 23 de junho, as 16h, na Livraria Leitura do Pátio Brasil. Confirme sua presença no evento: link

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19/06/2018

RESENHA - A Era dos Mortos (RODRIGO DE OLIVEIRA)

Ficha técnica:
Referência bibliográfica: DE OLIVEIRA, Rodrigo. A Era dos Mortos - Parte 1. 1ª edição. São Paulo, Faro editorial, 2018. 205 páginas.
Gênero: Terror
Temas: Apocalipse Zumbi, Mortes, Traição.
Categoria: Literatura Nacional
Ano de lançamento: 2018
Série Crônicas dos Mortos:  O Vale dos Mortos (Livro 1); Batalha dos Mortos (Livro 2); Senhora dos Mortos (Livro 3); Ilha dos Mortos (Livro 4); A Era dos Mortos; Elevador 16 (Spin Off).




“Ela contornava uma longa curva da estrada de asfalto corroído pelas intempéries, cercada por mata selvagem de ambos os lados, quando arriscou uma breve olhada para trás. E não gostou do que viu: uma imensa massa de seres a seguia, totalmente irracional, trôpega, furiosa, apenas algumas dezenas de metros atrás.
Tratava-se de uma minúscula fração da praga que assolava a Terra havia tempos. Um bando de seres deformados, grotescos, bizarros e selvagens. Criaturas sem sentimentos ou raciocínio, desprovidas de qualquer outro objetivo na vida que não fosse matar e devorar seres vivos – sobretudo os humanos.
Sarah fugia de uma horda de zumbis.”
*A Era dos Mortos (pág. 12).

               A Senhora dos Mortos finalmente foi vencida.
Após um intenso combate que custou a vida de muita gente, os habitantes de Ilhabela mal tiveram tempo de enterrar seus mortos quando um novo inimigo oculto e ardiloso surgiu no interior do que todos julgavam ser o lugar mais seguro do planeta. Infelizmente estavam enganados.
Muitos anos se passaram desde que Uriel aplicara um golpe covarde que o fez assumir o controle da maior colônia de sobreviventes do apocalipse zumbi na Terra. Agindo como um verdadeiro tirano, Uriel arquitetou um intrincado plano que culminou na morte de quase toda a linhagem de Ivan e seus aliados mais próximos. Do grupo original, apenas Isabel, Mariana e alguns poucos escaparam de Ilhabela e o reinado de terror de Uriel e seu filho Otávio começou.
Os anos se passaram e a vida dos sobreviventes sob o comando de Uriel ficou cada dia mais penosa. Qualquer foco de resistência era rapidamente esmagado. Otávio passou vários anos de sua vida dedicado a fazer pesquisas médicas e depois de muita tentativa conseguiu um meio de controlar os berserkes, transformando-os em cães de caça. Como se não fosse o suficiente, por meio de suas experiências ele produziu uma coisa muito pior, algo que poderia até mesmo rivalizar com a Senhora dos Mortos…
Então um fio de esperança surge quando duas crianças chamam a atenção de Isabel. Decidida a prepará-los desde cedo para batalhas sangrentas, com a esperança de que eles acabem com a era de medo.
Décadas haviam se passado desde a chegada de Absinto 

               A Era dos Mortos - Parte 1 é o quinto livro da série As Crônicas dos Mortos (sexto se contarmos o spin off), escrita pelo autor Rodrigo de Oliveira. A obra começa introduzindo uma garotinha de apenas 10 anos chamada Sarah. Ela, que já nasceu no mundo dos zumbis, aprendeu desde muito pequena a sobreviver. Mesmo sendo uma criança, a garota possuía sangue frio e coragem incomuns para aquela idade, em especial na presença dos mortos. E também possuía uma pontaria de fazer inveja até mesmo nos Franco-Atiradores mais bem treinados. Na sequência somos apresentados a um garoto de mesma idade chamado Fernando que tinha as mesmas características ferozes da garota, sendo um matador nato.
             Quem leu “Ilha dos Mortos” sabe o quanto essas duas crianças são importantes para o desenrolar dos acontecimentos posteriores. Seguindo, o narrador conta uma breve história para lembrar os leitores como o mundo havia ficado daquele jeito, desde o dia em que o Planeta Absinto passou pela Terra até os dias atuais, no reinado de terror de Uriel e seu filho Otávio, que não só tomaram o controle de Ilhabela, mas também a maioria dos redutos de sobreviventes espalhados pelo Brasil.   
               Depois de terminar de ler “A Ilha dos Mortos” fiquei intrigado em como a história iria se desenrolar a partir da revelação de Isabel de que Sarah traria destruição ao mundo. O que seria dos personagens sobreviventes? Como uma criança poderia desempenhar um papel tão importante? Eu já sabia o significado por trás do nascimento de Sarah e Fernando, mas o que eu queria saber mesmo era como eles poderiam desempenhar seus papéis naquele jogo. Bom, em pouco tempo deu para notar o potencial dos jovens em matar zumbis (e humanos) sem muito esforço. E olha que eles nem chegaram a adolescência.

Ao ver o que fizera, Sarah ergueu o fuzil e gritou de felicidade. Sílvio, Nívea e Fernando se aproximaram do alvo, incrédulos.
- Querido, você já tinha visto algo parecido com isso? – perguntou Nívea, conferindo o tamanho do estrago.
- Não mesmo. A pontaria dela, na falta de uma palavra melhor, é perfeita. – Sílvio balançou a cabeça, admirado.
Sarah, aos oito anos de idade, era a melhor franco-atiradora que ele conhecera em toda sua vida. Sem nunca ter sido treinada, a menina era uma assassina por natureza. Eles perceberam que precisavam instruir aquelas crianças o mais rápido possível.

Partindo para o time de vilões, temos Uriel, comandando tudo com mão de ferro; e Otávio, que fazia muitas pesquisas sobre os zumbis. Engraçado que no final do último livro, o autor havia prometido um Otávio perverso e o que eu vi no início foi um homem desprovido de coragem e pulso firme, quase um filhinho mimado, que fica chateado e tristonho quando não tem o que quer. E para variar, o autor me surpreendeu mais uma vez ao colocar em prática o plano do filho de Uriel, este que se mostrou um monstro muito pior que o pai, embora ele ainda fosse um homem fraco, se acovardando por trás de seus guarda-costas e seu poder de “Rei da porra toda”.

De todos os lados chegavam notícias de grupos que tinham sido dizimados por terem tentado enfrentar o poder do filho de Uriel. Ítalo não saberia dizer se todas as histórias eram reais – era muito difícil para ele acreditar que alguém fosse capaz de tamanhas atrocidades –, mas se fossem, eles teriam um imenso problema a enfrentar. 
*A Era dos Mortos (pág. 62).

Agora vamos falar dos Berserks. Lembram que comentei na resenha anterior que eles poderiam ter sido melhor trabalhados? Pois bem, aqui eles foram, para a nossa alegria (e pesadelo dos personagens). As criaturas são uma mutação dos zumbis vistos no livro 4. Jezebel havia dado um jeito de torná-los ainda piores e esses foram chamados de Aberrações. E aqui, Otávio conseguiu o feito de deixá-los ainda mais mortais (eu particularmente não achava isso possível) por meio dos seus anos de estudo acerca da anatomia zumbi. Se os monstrinhos de Jezebel já eram aterrorizantes, esperem só até ver os de Otávio. E como se não fosse o suficiente, Otávio ainda criou sua própria versão da Senhora dos Mortos. Sim, exatamente isso que você leu. Otávio detinha o poder absoluto nas mãos e nada na Terra parecia ameaçá-lo… com exceção de Isabel.

As monstruosidades avançaram contra os combatentes, alucinadas de selvageria. Uma delas deu um salto de mais de dez metros de distância e caiu sobre um dos soldados, esmagando-o contra o solo. Em seguida desferiu um murro na testa do homem, e sua cabeça explodiu como uma fruta podre. Pedaços de crânio e massa encefálica se espalharam na via.
*Era dos Mortos (pág. 64).

Se no livro 4 tivemos Ivan como grande destaque por sua mudança de guerreiro para sábio, nessa obra o autor dá um grande destaque para Isabel, que é provavelmente a última remanescente da primeira geração que testemunhou a passagem de Absinto. Agora uma anciã de mais de 100 anos, Isabel serve como conselheira da pequena comunidade em que vive, escondida do radar de Uriel e Otávio, que fizeram dela a criminosa mais procurada do Brasil, dando a ela a alcunha de "Bruxa".

Considerada uma arma viva, estando mais poderosa por conta das experiências adquiridas ao longo de décadas, Isabel ainda demonstra o incrível dom da premonição. E se tem algo que define essa obra é a palavra destino. Isabel, como uma verdadeira profeta, ditava os rumos de seus aliados com base no que conseguia prever. E o que se mostrava uma grande vantagem em relação a seus inimigos também tinha seus pontos fracos. Primeiro que ela não tinha controle sobre as previsões. Elas vinham embaralhadas e ela tentava encaixar as peças. E segundo, que por mais que ela tentasse, não conseguia mudar o resultado daquilo que previa. Nada do que ela fazia era capaz de mudar o que havia visto, fato este que culminou na morte de um personagem muito querido na série (me deixando na bad mais uma vez).

- Mas que merda é essa? O que essa maluca quer conosco? – o oficial vociferou.
- Não faço a menor ideia! – O soldado que realizara o disparo chacoalhou a cabeça. – Ela lembra aquelas feiticeiras das histórias infantis.
Ao ouvir aquela frase, o oficial arregalou os olhos e se sobressaltou. Naquele momento, teve certeza de quem se tratava. Quando a idosa estava a não mais de trinta metros, ele gritou:
- Mas que inferno, ela é a Bruxa! Atirem! Matem a desgraçada imediatamente.
                       *Era dos Mortos (pág. 72).

E por falar em morte de personagem, mais uma vez Rodrigo mostra ser um insano homicida que não tem qualquer amor pelos seus próprios personagens. Era uma morte mais horripilante que a outra, sendo Otávio o autor de atrocidades muito mais perversas que qualquer ataque de zumbis. Sério, quando você pensa que as mortes não podem ficar piores, Rodrigo aparece com umas paradas ainda mais loucas. Teve duas que me marcaram profundamente: um que foi lobotomizado (sim, isso mesmo que você leu) e outro que teve a cabeça arrancada por uma motosserra. E ainda teve uma terceira que encerrou o livro, mas essa foi tão pesada que nem vou comentar sobre ela aqui. Quem leu, sabe. Nem preciso dizer que a leitura desse livro não é para quem tem coração fraco, né?

Alerta de MEGA Spoiler - Clique para ver
           Como se já não bastasse as Aberrações “obedientes” de Otávio, os sobreviventes descobrem um perigo tão ou mais terrível quanto: zumbis inteligentes. Sim! Zumbis inteligentes. Dá para acreditar? O grupo formado por Sílvio, Nívea, Sarah e Fernando estavam passando por Brasília (Aeeee, minha terra!) e se depararam com algo que todos pensavam ser impossível: uma comunidade de aberrações. Não vou me alongar porque isso por si só é um super spoiler, apenas leiam!

De repente, outra aberração surgiu caminhando com algo na mão. Nívea estreitou a vista tentando identificar o objeto que a criatura portava. Parecia uma longa haste de metal com uma ponta aguda, talvez parte de um portão residencial, muito comum antes de o apocalipse zumbi começar.
- Aquela coisa está carregando um pedaço de ferro? –  Nívea sussurrou. –  Desde quando zumbis carregam algo? Eles não têm coordenação motora!  
*Era dos Mortos (pág. 159).




Só duas coisas me incomodaram na leitura: o uso excessivo da expressão “engoliu em seco” e uso constante de superlativo. Exemplo: afiadíssima e perigosíssimo. Sei que essas palavras deixam um ar de que a coisa é pior do que se imagina, mas existem outras maneiras de dizer isso sem precisar usar tanto esse recurso. Fora isso, gente, que livro maravilhoso. Não é só o apocalipse. O autor traz muitas questões morais na sua narrativa. Um recorte de como seria o mundo sem leis. Veladamente (algumas vezes abertamente) fazendo críticas a nossa sociedade, em especial à política brasileira. Nem só de zumbis vive o universo do Rodrigo. Cada livro te leva a uma experiência nova.
               Essa obra para mim foi a mais perturbadora da saga até então. Como dito na contra capa, “E os humanos descobrem que a pior desgraça não são os zumbis”, a parte mais feia e perversa da raça humana se mostrou nas linhas de A Era dos Mortos. Mais do que nunca, aqueles com sede de poder mostraram que eram muito, mas muito piores que qualquer horda de zumbis.
Todos os livros da série lançados até o momento
               O livro é narrado em terceira pessoa. A história acompanha os passos dos sobreviventes em sua luta contra a tirania de Uriel e Otávio, com passagens no passado, contando flashbacks de alguns acontecimentos que servem para ambientar o leitor em meio a tantos anos de história. Como é de praxe, a narrativa frenética de Rodrigo faz com que devoremos as páginas rapidamente, quase sem tempo para respirar. A revisão está ótima, um errinho ou outro, nada que atrapalhe a leitura. Não me canso de elogiar o trabalho da Faro em relação a diagramação. Cada livro é uma surpresa diferente nesse quesito. O carinho que eles têm com as obras de autores nacionais é de tirar o chapéu. O livro é dividido em 8 capítulos, com uma nota do autor ao final falando sobre uma triste realidade brasileira (a morte que mencionei acima).
               Algo que me fez ficar muito feliz com essa obra (mais que o normal) foi ter uma citação minha na orelha do livro (imagem ao lado). Sério, eu fiquei extremamente contente. Eu não sou de olhar a orelha e a sinopse, e depois que vi por acaso a desse livro, acabei descobrindo que tem uma citação minha no livro “A Ilha dos Mortos” também. O nome do meu blog imortalizado em duas obras literárias é a confirmação de que tenho feito um bom trabalho nas minhas resenhas e que as pessoas gostam do que escrevo. Muito obrigado, Faro Editorial.
Rodrigo de Oliveira é gestor em TI e fã de ficção científica, dos clássicos de terror, em especial da obra de George Romero. A ideia para esta série surgiu após um longo pesadelo tão real que, ao acordar, começou a escrever freneticamente, até concluir seu primeiro livro. Casado, com dois filhos, nasceu em São Paulo, e vive entre a capital e o Vale do Paraíba. Rodrigo é autor da Saga Crônica dos Mortos: O Vale dos Mortos, A Batalha dos Mortos, A Senhora dos Mortos, Ilha dos Mortos, A Era dos Mortos - parte 1 e o Spin Off Elevador 16.
               Antes de dar minhas recomendações, lembram que dei a ideia de criar “A Enciclopédia dos Mortos”? Então, além de por informações sobre a saga, seria muito legal criar um mapa do Brasil, apontando os locais que os sobreviventes viviam ao longo da história. Talvez um site com um mapa interativo. Sei que daria um trabalhão, mas seria fantástico poder passear no mapa pelo Condomínio Colinas, Ilhabela e tantos outros lugares memoráveis dessa saga fantástica.
            Agora sim. Recomendo a obra para todo e qualquer entusiasta do universo dos zumbis. Aqui vocês irão encontrar muito material fantástico sobre o tema. Volto a afirmar que o Rodrigo é o maior nome que temos no Brasil sobre o assunto. Quem gosta de The Walking Dead, Resident Evil, Dead Island e similares vai se sentir em casa com a saga. E termino fazendo aquela recomendação para que os leitores leiam cada vez mais nacionais. Temos autores maravilhosos por aí esperando por vocês. Basta dar uma chance.
 A Era dos Mortos é uma obra que prepara o terreno para o desfecho épico que será a parte dois. Ainda há muita coisa a ser explorada e já estou num misto de ansiedade e tristeza pelo capítulo final.

Bibliografia de RODRIGO DE OLIVEIRA (ordem cronológica):

Livros:
  • O Vale dos Mortos –Editora Baraúna (2013); Relançado pela Faro Editorial (2014).
  • Elevador 16 – Faro Editorial (2013)
  • A Batalha dos Mortos – Faro Editorial (2014)
  • A Senhora dos Mortos – Faro Editorial (2015)
  • Ilha dos Mortos – Faro Editorial (2016)
  • A Era dos Mortos – Faro Editorial (2018)


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