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22/06/2018

7 curiosidades da série "As Crônicas dos Mortos"



Olá, queridos leitores da Academia! Como estão? Dando continuidade as divulgações da série As Crônicas dos Mortos e do evento de lançamento do livro “Era dos Mortos - Parte 1” em Brasília, vamos falar um pouco sobre as curiosidades dessa série que conquistou uma verdadeira horda de fãs pelo Brasil.

1- A maior saga de ficção já escrita por um brasileiro.

                Isso mesmo! Rodrigo detém essa curiosa conquista. Estamos acostumados a ver trilogias quando falamos de séries, alguns até arriscam escrever um quarto livro, mas nenhum brasileiro que escreve ficção chegou na marca de publicação do Rodrigo: são 7 livros (o sétimo será lançado ainda esse ano). Isso mesmo, a saga do autor é a maior do gênero (em volumes) já escrita por um brasileiro. Convenhamos que é um desafio e tanto prender a atenção do leitor numa mesma história por 7 volumes. E acreditem, ele conseguiu esse feito.



2- As Crônicas dos Mortos é considerada pela crítica especializada como a obra sobre o apocalipse zumbi mais original desde The Walking Dead.

Confesso que fiquei com um (ou dois) pés atrás quando li isso pela primeira vez. Esse tipo de frase é muito usado para vender livros, e nem sempre é uma verdade. Igual quando colocam o nome de um autor famoso para dizer que tal livro é bom (já viu as obras que tem o George R. R. Martin na capa? O nome dele é maior do que o do autor que escreveu o livro haha). Mas depois de ler o Vale dos Mortos, e principalmente depois de ler A Batalha dos Mortos em diante, dá para entender perfeitamente o porque. A origem dos zumbis, as explanações cientificas, alguns personagens, o desdobramento dos acontecimentos… tudo é sim muito original e se não for a “mais”, é com certeza o Top 3. (quando eu ler todos os livros de zumbi lançados de 2014 pra cá eu atesto se é mesmo haha).


3 - A inspiração para a saga surgiu após o autor ter um pesadelo.

                Imagina a cena: “Nossa, que pesadelo terrível… vou escrever uma série que irá virar best seller nacional”. Ok, acho que o autor não pensou muito nisso, mas é curioso ver que tudo surgiu de um pesadelo do autor depois de assistir ao filme “A Madrugada dos Mortos”. Devemos essa história fantástica ao gatilho de um pesadelo.

Tive um pesadelo terrível... vou escrever um livro xD



4 - A Saga As Crônicas dos Mortos teve mais  de 50 personagens ao todo, e cobre um período de várias décadas após o surgimento dos zumbis.

                Isso mesmo! Existem mais de 50 personagens na série e não são aqueles que aparecem por uma folha e morrem (como alguns que aparecem na série The Walking Dead só para morrer de um jeito grotesco, por exemplo). São personagens construídos para objetivos dentro da obra e mesmo que tenham pouco tempo de “página”, os fãs podem lembrar-se de alguns deles apenas por dizer o nome. “Cobre um período de várias décadas após o surgimento dos zumbis”.
Aqui é uma curiosidade que pode chocar quem leu só até o terceiro livro. Existe um salto de 30 anos do terceiro para o quarto livro e outros 30 do quinto para o sexto e deve existir mais uns bons anos ai do sexto para o sétimo. Eu não lembro de ter lido ou visto algo do tema que avançasse tanto na linha temporal, o que faz com que o salto do arco do Negan em The Walking Dead para o dos Sussurradores seja fichinha haha.

               
5 - O nome do protagonista Ivan foi inspirado num personagem histórico.

                Sempre me perguntei “Como um analista de sistemas pode se tornar um líder tão cabuloso”? Ivan não foi apenas um líder nato, mas também um homem justo e leal, porém, que tinha um complexo de poder que quase o levou a ruína no terceiro livro. Segundo o autor das obras, o personagem foi inspirado no Czar Ivan, o Terrível. Conhecem? O Czar ficou conhecido por seu temperamento explosivo, por arrasar cidades e matar milhares de pessoas, mas também por governar seu país com seriedade e fazer da Rússia uma nação moderna. Agora troque pessoas por zumbis e Rússia por Ilhabela. Faz ou não faz jus?




6 - A protagonista Estela foi inspirada em uma personagem do autor Jorge Amado.

                Provavelmente a personagem mais carismática de toda a saga, Estela é inspirada na personagem Tieta, do escritor Jorge Amado, que é considerado por Rodrigo o melhor escritor brasileiro de todos os tempos. Baita homenagem, ein?

7 - A passagem do segundo livro na qual ocorre o surgimento da Senhora dos Mortos foi inspirada em dois filmes.

                Essa é para quem leu o segundo livro: Lembram-se da cena final do livro? Que o Ivan diz não e desperta a criatura mais mortífera que já pisou na face da terra? Pois é, o surgimento da Senhora dos Mortos foi inspirada em dois filmes: A cena do baile do filme Carrie, A Estranha e a cena final na Ilha de Alcatraz do filme X-Men 3. Lembram-se delas?



                O que acharam das curiosidades, leitores? Vale a pena dar uma chance a saga para quem não leu. Lembrando que o lançamento do livro para os leitores de Brasília está marcado para o dia 23 de junho, as 16h, na Livraria Leitura do Pátio Brasil. Confirme sua presença no evento: link

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19/06/2018

RESENHA - A Era dos Mortos (RODRIGO DE OLIVEIRA)

Ficha técnica:
Referência bibliográfica: DE OLIVEIRA, Rodrigo. A Era dos Mortos - Parte 1. 1ª edição. São Paulo, Faro editorial, 2018. 205 páginas.
Gênero: Terror
Temas: Apocalipse Zumbi, Mortes, Traição.
Categoria: Literatura Nacional
Ano de lançamento: 2018
Série Crônicas dos Mortos:  O Vale dos Mortos (Livro 1); Batalha dos Mortos (Livro 2); Senhora dos Mortos (Livro 3); Ilha dos Mortos (Livro 4); A Era dos Mortos; Elevador 16 (Spin Off).




“Ela contornava uma longa curva da estrada de asfalto corroído pelas intempéries, cercada por mata selvagem de ambos os lados, quando arriscou uma breve olhada para trás. E não gostou do que viu: uma imensa massa de seres a seguia, totalmente irracional, trôpega, furiosa, apenas algumas dezenas de metros atrás.
Tratava-se de uma minúscula fração da praga que assolava a Terra havia tempos. Um bando de seres deformados, grotescos, bizarros e selvagens. Criaturas sem sentimentos ou raciocínio, desprovidas de qualquer outro objetivo na vida que não fosse matar e devorar seres vivos – sobretudo os humanos.
Sarah fugia de uma horda de zumbis.”
*A Era dos Mortos (pág. 12).

               A Senhora dos Mortos finalmente foi vencida.
Após um intenso combate que custou a vida de muita gente, os habitantes de Ilhabela mal tiveram tempo de enterrar seus mortos quando um novo inimigo oculto e ardiloso surgiu no interior do que todos julgavam ser o lugar mais seguro do planeta. Infelizmente estavam enganados.
Muitos anos se passaram desde que Uriel aplicara um golpe covarde que o fez assumir o controle da maior colônia de sobreviventes do apocalipse zumbi na Terra. Agindo como um verdadeiro tirano, Uriel arquitetou um intrincado plano que culminou na morte de quase toda a linhagem de Ivan e seus aliados mais próximos. Do grupo original, apenas Isabel, Mariana e alguns poucos escaparam de Ilhabela e o reinado de terror de Uriel e seu filho Otávio começou.
Os anos se passaram e a vida dos sobreviventes sob o comando de Uriel ficou cada dia mais penosa. Qualquer foco de resistência era rapidamente esmagado. Otávio passou vários anos de sua vida dedicado a fazer pesquisas médicas e depois de muita tentativa conseguiu um meio de controlar os berserkes, transformando-os em cães de caça. Como se não fosse o suficiente, por meio de suas experiências ele produziu uma coisa muito pior, algo que poderia até mesmo rivalizar com a Senhora dos Mortos…
Então um fio de esperança surge quando duas crianças chamam a atenção de Isabel. Decidida a prepará-los desde cedo para batalhas sangrentas, com a esperança de que eles acabem com a era de medo.
Décadas haviam se passado desde a chegada de Absinto 

               A Era dos Mortos - Parte 1 é o quinto livro da série As Crônicas dos Mortos (sexto se contarmos o spin off), escrita pelo autor Rodrigo de Oliveira. A obra começa introduzindo uma garotinha de apenas 10 anos chamada Sarah. Ela, que já nasceu no mundo dos zumbis, aprendeu desde muito pequena a sobreviver. Mesmo sendo uma criança, a garota possuía sangue frio e coragem incomuns para aquela idade, em especial na presença dos mortos. E também possuía uma pontaria de fazer inveja até mesmo nos Franco-Atiradores mais bem treinados. Na sequência somos apresentados a um garoto de mesma idade chamado Fernando que tinha as mesmas características ferozes da garota, sendo um matador nato.
             Quem leu “Ilha dos Mortos” sabe o quanto essas duas crianças são importantes para o desenrolar dos acontecimentos posteriores. Seguindo, o narrador conta uma breve história para lembrar os leitores como o mundo havia ficado daquele jeito, desde o dia em que o Planeta Absinto passou pela Terra até os dias atuais, no reinado de terror de Uriel e seu filho Otávio, que não só tomaram o controle de Ilhabela, mas também a maioria dos redutos de sobreviventes espalhados pelo Brasil.   
               Depois de terminar de ler “A Ilha dos Mortos” fiquei intrigado em como a história iria se desenrolar a partir da revelação de Isabel de que Sarah traria destruição ao mundo. O que seria dos personagens sobreviventes? Como uma criança poderia desempenhar um papel tão importante? Eu já sabia o significado por trás do nascimento de Sarah e Fernando, mas o que eu queria saber mesmo era como eles poderiam desempenhar seus papéis naquele jogo. Bom, em pouco tempo deu para notar o potencial dos jovens em matar zumbis (e humanos) sem muito esforço. E olha que eles nem chegaram a adolescência.

Ao ver o que fizera, Sarah ergueu o fuzil e gritou de felicidade. Sílvio, Nívea e Fernando se aproximaram do alvo, incrédulos.
- Querido, você já tinha visto algo parecido com isso? – perguntou Nívea, conferindo o tamanho do estrago.
- Não mesmo. A pontaria dela, na falta de uma palavra melhor, é perfeita. – Sílvio balançou a cabeça, admirado.
Sarah, aos oito anos de idade, era a melhor franco-atiradora que ele conhecera em toda sua vida. Sem nunca ter sido treinada, a menina era uma assassina por natureza. Eles perceberam que precisavam instruir aquelas crianças o mais rápido possível.

Partindo para o time de vilões, temos Uriel, comandando tudo com mão de ferro; e Otávio, que fazia muitas pesquisas sobre os zumbis. Engraçado que no final do último livro, o autor havia prometido um Otávio perverso e o que eu vi no início foi um homem desprovido de coragem e pulso firme, quase um filhinho mimado, que fica chateado e tristonho quando não tem o que quer. E para variar, o autor me surpreendeu mais uma vez ao colocar em prática o plano do filho de Uriel, este que se mostrou um monstro muito pior que o pai, embora ele ainda fosse um homem fraco, se acovardando por trás de seus guarda-costas e seu poder de “Rei da porra toda”.

De todos os lados chegavam notícias de grupos que tinham sido dizimados por terem tentado enfrentar o poder do filho de Uriel. Ítalo não saberia dizer se todas as histórias eram reais – era muito difícil para ele acreditar que alguém fosse capaz de tamanhas atrocidades –, mas se fossem, eles teriam um imenso problema a enfrentar. 
*A Era dos Mortos (pág. 62).

Agora vamos falar dos Berserks. Lembram que comentei na resenha anterior que eles poderiam ter sido melhor trabalhados? Pois bem, aqui eles foram, para a nossa alegria (e pesadelo dos personagens). As criaturas são uma mutação dos zumbis vistos no livro 4. Jezebel havia dado um jeito de torná-los ainda piores e esses foram chamados de Aberrações. E aqui, Otávio conseguiu o feito de deixá-los ainda mais mortais (eu particularmente não achava isso possível) por meio dos seus anos de estudo acerca da anatomia zumbi. Se os monstrinhos de Jezebel já eram aterrorizantes, esperem só até ver os de Otávio. E como se não fosse o suficiente, Otávio ainda criou sua própria versão da Senhora dos Mortos. Sim, exatamente isso que você leu. Otávio detinha o poder absoluto nas mãos e nada na Terra parecia ameaçá-lo… com exceção de Isabel.

As monstruosidades avançaram contra os combatentes, alucinadas de selvageria. Uma delas deu um salto de mais de dez metros de distância e caiu sobre um dos soldados, esmagando-o contra o solo. Em seguida desferiu um murro na testa do homem, e sua cabeça explodiu como uma fruta podre. Pedaços de crânio e massa encefálica se espalharam na via.
*Era dos Mortos (pág. 64).

Se no livro 4 tivemos Ivan como grande destaque por sua mudança de guerreiro para sábio, nessa obra o autor dá um grande destaque para Isabel, que é provavelmente a última remanescente da primeira geração que testemunhou a passagem de Absinto. Agora uma anciã de mais de 100 anos, Isabel serve como conselheira da pequena comunidade em que vive, escondida do radar de Uriel e Otávio, que fizeram dela a criminosa mais procurada do Brasil, dando a ela a alcunha de "Bruxa".

Considerada uma arma viva, estando mais poderosa por conta das experiências adquiridas ao longo de décadas, Isabel ainda demonstra o incrível dom da premonição. E se tem algo que define essa obra é a palavra destino. Isabel, como uma verdadeira profeta, ditava os rumos de seus aliados com base no que conseguia prever. E o que se mostrava uma grande vantagem em relação a seus inimigos também tinha seus pontos fracos. Primeiro que ela não tinha controle sobre as previsões. Elas vinham embaralhadas e ela tentava encaixar as peças. E segundo, que por mais que ela tentasse, não conseguia mudar o resultado daquilo que previa. Nada do que ela fazia era capaz de mudar o que havia visto, fato este que culminou na morte de um personagem muito querido na série (me deixando na bad mais uma vez).

- Mas que merda é essa? O que essa maluca quer conosco? – o oficial vociferou.
- Não faço a menor ideia! – O soldado que realizara o disparo chacoalhou a cabeça. – Ela lembra aquelas feiticeiras das histórias infantis.
Ao ouvir aquela frase, o oficial arregalou os olhos e se sobressaltou. Naquele momento, teve certeza de quem se tratava. Quando a idosa estava a não mais de trinta metros, ele gritou:
- Mas que inferno, ela é a Bruxa! Atirem! Matem a desgraçada imediatamente.
                       *Era dos Mortos (pág. 72).

E por falar em morte de personagem, mais uma vez Rodrigo mostra ser um insano homicida que não tem qualquer amor pelos seus próprios personagens. Era uma morte mais horripilante que a outra, sendo Otávio o autor de atrocidades muito mais perversas que qualquer ataque de zumbis. Sério, quando você pensa que as mortes não podem ficar piores, Rodrigo aparece com umas paradas ainda mais loucas. Teve duas que me marcaram profundamente: um que foi lobotomizado (sim, isso mesmo que você leu) e outro que teve a cabeça arrancada por uma motosserra. E ainda teve uma terceira que encerrou o livro, mas essa foi tão pesada que nem vou comentar sobre ela aqui. Quem leu, sabe. Nem preciso dizer que a leitura desse livro não é para quem tem coração fraco, né?

Alerta de MEGA Spoiler - Clique para ver
           Como se já não bastasse as Aberrações “obedientes” de Otávio, os sobreviventes descobrem um perigo tão ou mais terrível quanto: zumbis inteligentes. Sim! Zumbis inteligentes. Dá para acreditar? O grupo formado por Sílvio, Nívea, Sarah e Fernando estavam passando por Brasília (Aeeee, minha terra!) e se depararam com algo que todos pensavam ser impossível: uma comunidade de aberrações. Não vou me alongar porque isso por si só é um super spoiler, apenas leiam!

De repente, outra aberração surgiu caminhando com algo na mão. Nívea estreitou a vista tentando identificar o objeto que a criatura portava. Parecia uma longa haste de metal com uma ponta aguda, talvez parte de um portão residencial, muito comum antes de o apocalipse zumbi começar.
- Aquela coisa está carregando um pedaço de ferro? –  Nívea sussurrou. –  Desde quando zumbis carregam algo? Eles não têm coordenação motora!  
*Era dos Mortos (pág. 159).




Só duas coisas me incomodaram na leitura: o uso excessivo da expressão “engoliu em seco” e uso constante de superlativo. Exemplo: afiadíssima e perigosíssimo. Sei que essas palavras deixam um ar de que a coisa é pior do que se imagina, mas existem outras maneiras de dizer isso sem precisar usar tanto esse recurso. Fora isso, gente, que livro maravilhoso. Não é só o apocalipse. O autor traz muitas questões morais na sua narrativa. Um recorte de como seria o mundo sem leis. Veladamente (algumas vezes abertamente) fazendo críticas a nossa sociedade, em especial à política brasileira. Nem só de zumbis vive o universo do Rodrigo. Cada livro te leva a uma experiência nova.
               Essa obra para mim foi a mais perturbadora da saga até então. Como dito na contra capa, “E os humanos descobrem que a pior desgraça não são os zumbis”, a parte mais feia e perversa da raça humana se mostrou nas linhas de A Era dos Mortos. Mais do que nunca, aqueles com sede de poder mostraram que eram muito, mas muito piores que qualquer horda de zumbis.
Todos os livros da série lançados até o momento
               O livro é narrado em terceira pessoa. A história acompanha os passos dos sobreviventes em sua luta contra a tirania de Uriel e Otávio, com passagens no passado, contando flashbacks de alguns acontecimentos que servem para ambientar o leitor em meio a tantos anos de história. Como é de praxe, a narrativa frenética de Rodrigo faz com que devoremos as páginas rapidamente, quase sem tempo para respirar. A revisão está ótima, um errinho ou outro, nada que atrapalhe a leitura. Não me canso de elogiar o trabalho da Faro em relação a diagramação. Cada livro é uma surpresa diferente nesse quesito. O carinho que eles têm com as obras de autores nacionais é de tirar o chapéu. O livro é dividido em 8 capítulos, com uma nota do autor ao final falando sobre uma triste realidade brasileira (a morte que mencionei acima).
               Algo que me fez ficar muito feliz com essa obra (mais que o normal) foi ter uma citação minha na orelha do livro (imagem ao lado). Sério, eu fiquei extremamente contente. Eu não sou de olhar a orelha e a sinopse, e depois que vi por acaso a desse livro, acabei descobrindo que tem uma citação minha no livro “A Ilha dos Mortos” também. O nome do meu blog imortalizado em duas obras literárias é a confirmação de que tenho feito um bom trabalho nas minhas resenhas e que as pessoas gostam do que escrevo. Muito obrigado, Faro Editorial.
Rodrigo de Oliveira é gestor em TI e fã de ficção científica, dos clássicos de terror, em especial da obra de George Romero. A ideia para esta série surgiu após um longo pesadelo tão real que, ao acordar, começou a escrever freneticamente, até concluir seu primeiro livro. Casado, com dois filhos, nasceu em São Paulo, e vive entre a capital e o Vale do Paraíba. Rodrigo é autor da Saga Crônica dos Mortos: O Vale dos Mortos, A Batalha dos Mortos, A Senhora dos Mortos, Ilha dos Mortos, A Era dos Mortos - parte 1 e o Spin Off Elevador 16.
               Antes de dar minhas recomendações, lembram que dei a ideia de criar “A Enciclopédia dos Mortos”? Então, além de por informações sobre a saga, seria muito legal criar um mapa do Brasil, apontando os locais que os sobreviventes viviam ao longo da história. Talvez um site com um mapa interativo. Sei que daria um trabalhão, mas seria fantástico poder passear no mapa pelo Condomínio Colinas, Ilhabela e tantos outros lugares memoráveis dessa saga fantástica.
            Agora sim. Recomendo a obra para todo e qualquer entusiasta do universo dos zumbis. Aqui vocês irão encontrar muito material fantástico sobre o tema. Volto a afirmar que o Rodrigo é o maior nome que temos no Brasil sobre o assunto. Quem gosta de The Walking Dead, Resident Evil, Dead Island e similares vai se sentir em casa com a saga. E termino fazendo aquela recomendação para que os leitores leiam cada vez mais nacionais. Temos autores maravilhosos por aí esperando por vocês. Basta dar uma chance.
 A Era dos Mortos é uma obra que prepara o terreno para o desfecho épico que será a parte dois. Ainda há muita coisa a ser explorada e já estou num misto de ansiedade e tristeza pelo capítulo final.

Bibliografia de RODRIGO DE OLIVEIRA (ordem cronológica):

Livros:
  • O Vale dos Mortos –Editora Baraúna (2013); Relançado pela Faro Editorial (2014).
  • Elevador 16 – Faro Editorial (2013)
  • A Batalha dos Mortos – Faro Editorial (2014)
  • A Senhora dos Mortos – Faro Editorial (2015)
  • Ilha dos Mortos – Faro Editorial (2016)
  • A Era dos Mortos – Faro Editorial (2018)


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14/06/2018

Feira Internacional do Livro de Brasília: "De Jovem para Jovem"

Olá, queridos leitores! Como estão? Como sabem, está rolando essa semana (até o dia 17) a Feira Internacional do Livro de Brasília. Quem aí já foi lá conferir como está? Até o momento não consegui ir (quem me acompanha no Instagram sabe bem porque), porém, temos um encontro marcadíssimo no dia 16 de junho! E é sobre isso que vim falar com vocês no post de hoje.




Como já devem ter percebido, esse ano a Feira optou por não incluir em sua programação o Encontro de Blogueiros Literários e Jovens EscritoresA terceira edição do Encontro foi cogitada,  mas no fim foi retirada da programação. O motivo? Bem, o que posso dizer é que a Feira vem sofrendo com vários cortes de verbas e embora eu não saiba exatamente o que rola nos bastidores, um dos principais motivos para a inviabilização do evento foi a falta de dinheiro. 

Eu quando me contaram que não teria Encontro de Blogueiros esse ano. Estou triste? Sim. Mas não posso perder o meme.

Bom, não teremos encontro, mas não vamos deixar de falar da importância dos blogueiros no mercado editorial! Isso porque teremos uma mesa de debates para tratar sobre essa e outras temáticas envolvendo blogs, literatura e internet. Com o tema “De jovem para jovem”, os participantes irão discutir qual a importância dos blogueiros no mercado editorial e porque devemos apoiar os jovens escritores que estão começando agora a galgar os caminhos para chegar às estantes dos leitores. Na conversa também serão abordadas a relação entre blogs e autores, além de assuntos pertinentes como divulgação na internet, o poder de influencia dos blogs e dicas para quem quer se lançar no mercado (seja como blogueiro ou como autor).
No bate-papo participarão os autores Bruno Bucis, jornalista de cultura do Metro Jornal, autor do livro “Noites de Sol”; Marina Oliveira, que é jornalista e escreveu o livro “A parede Branca do meu quarto”; Paulo Souza, produtor cultural, editor do blog Ponto Para Ler e escritor, tendo publicado um livro de contos chamado "Ponto para ler contos" e participou da "Antologia Sombria" organizada pelo André Vianco; e eu. Sim, euzinho. Jornalista, produtor cultural, fotógrafo e co-fundador do blog Academia Literária DF. Trabalho com assessoria de imprensa e eventos literários, tendo sido o curador do 1° Encontro de Blogueiros Literários e Jovens Escritores. Nosso encontro será no dia 16 de junho, às 18h. Agradeço demais o convite da Fernanda de Oliveira, do canal Fê Liz e Curadora Adjunta da Feira,  e ao Marcos Linhares, presidente do Sindicato dos Escritores do DF  e Assessor de Imprensa da Feira pelo convite de fazer parte dessa mesa.
Da esquerda para a direita: Euzinho, Marina Oliveira, Paulo Souza e Bruno Bucis

Agora vem o meu pedido a vocês: compareçam. Vamos somar forças. Se você é leitor e gosta do trabalho dos blogueiros, vá lá marcar presença. Se você é colega blogueiro, divulgue nossa participação para os seus leitores. Precisamos de mais voz nos grandes eventos de Brasília e está será uma ótima oportunidade de conversar abertamente sobre o nosso trabalho. Acredito que a união faz a força e precisamos demais da força de vocês para que valorizem mais o trabalho dos blogueiros aqui em Brasília. Para que possamos ser ouvidos e respeitados pelo que fazemos e principalmente, para fomentar ainda mais a literatura local que infelizmente ainda carece de recursos.
Bom, é isso. Quem nos acompanha sabe que estamos envolvidos em várias iniciativas para tornar a literatura local mais acessível e democrática para os leitores de Brasília, ao mesmo tempo que tentamos dar mais visibilidade aos trabalhos dos blogueiros. Mas temos noção de que não podemos fazer isso sozinhos. Esperamos contar com a ajuda de vocês.
Vejo vocês na Feira do Livro.


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06/06/2018

A polêmica das leituras do Lula e os hábitos dos brasileiros


Olá, queridos leitores da Academia! Como estão? Trago para vocês hoje mais um Academia Opina (saudades de escrever nessa coluna). E o assunto de hoje é sobre os hábitos de leitura dos brasileiros, usando como gancho a recente polêmica que houve no Twitter (e demais mídias) sobre as leituras do ex-presidente Lula. Quero trazer uma reflexão sobre o ocorrido. Abaixo segue minha opinião ( literária, não política, que fique claro!) sobre o caso e vocês, claro, são livres para dar a de vocês.




Ontem estava eu tranquilo olhando meu feed do Facebook, como tenho costume de fazer logo após tomar café da manhã, quando me deparo com uma imagem compartilhada por alguém que me chamou atenção. Não lembro quem foi a pessoa, mas fui buscar a fonte. É essa aí:    


A imagem é o print de uma postagem que a assessoria de imprensa dele postou no último domingo (3). Conhecendo o twitter como conheço, fui curiar para saber a repercussão do post. E é claro que a polêmica rolou solta. Mas uma em especial me chamou atenção (e atenção de centenas de leitores espalhados pelo Brasil):      


O livro citado pela assessoria do Lula, "O Voto do Brasileiro", tem 280 páginas. Então a conta que a Bruna Luiza fez em seu post poderia ser bem maior. As pessoas, obviamente foram dar suas opiniões sobre o assunto. Ignorando os comentários com teor político e se atendo à questão da quantidade de livros que ele supostamente leu, alguns usuários da rede falaram que é balela, outros que é totalmente possível fazer o que a assessoria dele alega que ele fez. Como no print abaixo: 




Agora esqueçam todo o resto e se concentrem nessa afirmação do post da Bruna: "Qualquer pessoa que costuma ler sabe que isso é irrealista”. Não, não vamos falar sobre o resto (nem sobre outros posts da moça), senão teremos conversa aqui para a semana toda (e polêmicas). Qual a interpretação que vocês dariam para essa frase?
Consigo interpretar de duas formas. A primeira é que a moça disse que não é possível que leitores assíduos (desconsiderando obviamente quem não cultiva o hábito da leitura) sejam capazes de ler 55 páginas em um único dia, o que bem sabemos que é uma inverdade. Conheço gente que mata um livro de 300 páginas em um dia. A segunda é que é de conhecimento de muitos que o brasileiro no geral não lê muito (segundo dados da pesquisa levantada pelo Ibope Inteligência em 2015, a média nacional é de 4/5 livros POR ANO), o que tornaria "irreal" para um brasileiro sem o hábito da leitura conseguir essa marca apresentada pela assessoria do ex-presidente. 
No Brasil, a última análise de comportamento de leitura foi aplicada em 2015 pelo Ibope Inteligência sob encomenda do Instituto Pró-Livro para o projeto Retratos da Leitura no Brasil, realizado a cada 4 anos. Foram entrevistadas 5.012 pessoas de 5 anos ou mais, alfabetizadas, ou não, e foram considerados leitores aqueles que leram algum livro nos três meses anteriores à entrevista.
Foi verificado que houve um aumento de 6% na quantidade de leitores entre 2011 e 2015, passando para 56% da população. Este índice demonstra que o brasileiro lê, em média, apenas 4,96 livros por ano, sendo que 2,53 dos livros não são terminados pelo leitor e que apenas 2,88 são livros lidos por vontade própria. Em relação aos leitores jovens, de 18 a 24 anos, houve um aumento considerável de 14% entre 2011 e 2015. Confira a matéria completa

Leia também: Ressaca Literária

Entendam que não estou aqui para defender A ou B, muito menos falar de política. Como disse lá em cima, usei o gancho para falar sobre os hábitos de leitura do brasileiro e estou aqui para falar que independente da interpretação da frase dita por ela, temos de ter em mente que o brasileiro em média lê muito pouco e aqueles que leem mais de um livro por mês são pontos fora da curva, por mais que achemos que não. Perguntei para os nossos leitores no Instagram quantas páginas eles conseguem ler por dia. E analisando as respostas e o perfil de quem respondeu, a maioria tinha um contato mais forte com a literatura (até por estarem seguindo um Ig que fala basicamente sobre literatura). A grande questão é que se formos analisar um cenário mais geral, não é que o brasileiro não consegue ler 55 páginas por dia e sim que o brasileiro não tem o hábito de ler 55 páginas por dia. Deu para entender a diferença? 
Como blogueiro literário acredito que é nossa função como profissionais da Literatura incentivar o hábito de leitura àqueles que não o possuem. Essa é nossa principal função. É legal indicar um livro para alguém que possa se apaixonar por ele, seja essa pessoa um leito assíduo ou um estreante nesse hobby. É legal ter com quem discutir sobre um livro que você amou (ou que não gostou tanto assim, porque não?!). Mas, pra mim, como profissional, não há nada que se compare à alegria de ajudar a despertar o gosto pela leitura em quem não tinha.


Eu já fui algumas vezes em escolas divulgar nosso trabalho aqui no blog e é desolador perguntar para os alunos quem tem o costume de ler e ver apenas 4 ou 5 mãos erguidas em uma sala de 30 pessoas. Mas fico mais que feliz quando consigo atingir ao menos uma daquelas pessoas. São coisas assim que me movem para frente mesmo com todas as dificuldades de ser um blogueiro, pois eu me vejo nessas pessoas. Eu não gostava de ler, mas tive o impulso certo para tomar gosto e hoje tento fazer o mesmo com outras pessoas.
Se tem algo que podemos aprender com essa polêmica sobre as leituras do Lula é que as pessoas precisam se informar melhor antes de emitir suas opiniões, evitando assim preconceitos e prejulgamentos (como muitos que pude ler no twitter) sobre as capacidades/habilidades de uma pessoa, seja ela quem for. E como podemos fazer isso? 
Lendo mais.


Um adendo: ao invés de reclamar no twitter (ou em qualquer outra rede) sobre as leituras do Lula, que tal fazer a lista das suas leituras e ver por si mesmo se é possível passar de 55 páginas por dia? Melhor, esqueça as 55 páginas, apenas leia o quanto puder, mas leia! Se você consegue ler 20 livros no mês, ótimo! Se lê um só um, ótimo também. Apenas leia.  Aproveite o melhor de cada livro lido. Torne isso um hábito, seja feliz fazendo isso. Vão por mim, vocês não irão se arrepender. O Brasil ganha mais leitores e quem sabe, no futuro, pessoas mais conscientes.


Até a próxima.


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04/06/2018

Novidades fresquinhas da Faro Editorial

Olá, queridos leitores!!! Tudo certinho? A Faro Editorial, nossa parceira nessa saga literária, está sempre recheada de grandes novidades e, como de costume, venho trazê-las detalhadas até vocês. Então vamos aos lançamentos do mês de Junho...


Essa é sempre a nossa cara quando o assunto são livros, não é mesmo? haha 😜

A Filosofia de Merlí



Sobre a obra: 


Usando  os  ensinamentos  e  questionamentos  apresentados  pelo  professor  Merlí  no  seriado homônimo da Netflix,  os  autores  criaram  um  guia  para  fugir  do  pensamento  comum  que  vai  te  ajudar  a  ser  muito  mais  do  que  um  simples  bípede.                          Merlí  é  um  professor  fora  dos  padrões,  que  com  seu  jeito  controverso  e  verdadeiro  conseguiu  despertar  em  seus  alunos  a  paixão  pela  filosofia.  E  neste  livro  interativo  o  mesmo  vai  acontecer  com  você  leitor.     Merlí  ensina  a  lidar  com  nossas  experiências,  reconhecê-las,  e  torná-las  positivas.  Não  existe  certo  ou  errado,  existe  a  sua  experiência  com  o  pensamento  e  o  questionamento,  e  este  livro  vai  te  guiar  nessa  viagem  de  conhecimento.    O  livro  abre  cada  capítulo  dedicado  a  um  filsósofo,  de  Sócrates,  Platão  e  Epicuro,  a  Focault,  Nietszche,  Kant  e  muitos  outros.  


Sobre os autores:


Héctor  Lozano  nasceu  em  Sabadell,  na  Espanha.  É  amante  do  Cinema,  estudou  Teatro  e  trabalha  em  tv.  Quando  criança  era  viciado  em  seriados  e  começou  a  escrever  roteiros  após  terminar  os  estudos  no  Instituto  de  Teatro  de  Barcelona.  Merlí  nasceu  após  uma  conversa  informal  que  Héctor  teve  com  um  amigo  professor,  é  a  série  que  ele  gostaria  de  ter  assistido  no  seu  tempo  de  escola. 



Rebecca  Beltrán  nasceu  em  Ibiza,  na  Espanha.  Mudou-se  para  Valência,  onde  se  formou  em  Jornalismo,  e  depois  para  Barcelona,  onde  estudou  Teoria  da  Literatura  e  Literatura  Comparada.  Trabalha  há  mais  de  15  anos  no  mercado  editorial  e  participa  de  projetos  que  já  foram  traduzidos  para  mais  de  10  idiomas. 



Malhar, Secar, Definir para mulheres - A ciência da boa forma 


Sobre a obra: 


Você  não  precisa  passar  fome  com  dietas  de  baixíssimas  calorias  para  perder  gordura.  Nem  gastar  centenas  de  reais  todos  os  meses  com  suplementos  inúteis  e  pílulas  milagrosas.  Ou  mudar  constantemente  suas  rotinas  de  exercícios  para  confundir  seus  músculos.  Muito  menos  ficar  horas  em  cima  de  uma  esteira  ou  em  alguma  aula  de  dança.  
Nesta  edição,  Michael  leva  em  consideração  todas  as  diferenças  do  organismo  feminino  com  relação  a  perda  de  gordura,  definição  de  músculos  e  resistência. 
Cada  mulher  busca  um  objetivo  específico  durante  seus  treinos.  Pode  ser  definir  o  corpo,  ficar  mais  forte  ou  simplesmente  secar.  Seja  qual  for  o  seu  foco,  o  autor  traz  um  programa  específico.  “Não  importa  a  sua  genética  ou  idade,  ficar  em  forma  não  é  tão  complicado  como  muitos  querem  que  você  acredite.”
Com  um  princípio  inovador,  Michael  Matthews  prova  que  com  um  bom  aproveitamento  de  cada  exercício,  das  refeições  e  até  mesmo  dos  momentos  de  descanso  é  possível  alcançar  resultados  surpreendentes! 

Sobre o autor:



Michael  Matthews  é  o  mais  respeitado  personal  trainer  dos  eua.  Autor  de  diversos  livros,  dedica-se  há  mais  de  18  anos  ao  estudo  de  atividades  de  condicionamento  físico  em  academias.  Possui  importantes  certificações  nas  áreas  de  Educação  Física  e  Fisioterapia,  e  seu  método  é  reconhecido  e  amplamente  aceito  nos  centros  de  treinamento  nos  eua.  Seus  livros  figuram  sempre  entre  os  mais  vendidos  da  Amazon,  e  o  sucesso  também  ocorre  no  Brasil,  onde  já  alcançou  milhares  de  fãs.  Seu  site www.muscleforlife.com traz  novas  informações  diariamente,  com  artigos,  notícias  e  pesquisas  sobre  condicionamento  físico.  Pela  Faro  Editorial  publicou  Dieta  de  Academia  e  Malhar,  Secar,  Definir,  que  já  vendeu  mais  de  600  mil  exemplares  em  todo  o  mundo.  



Pacote Completo  


Sobre a obra: 

“Já  me  disseram  que  eu  tenho  um  dom  e  tanto.  Ei,  não  estou  falando  só  dos  meus  atributos  físicos.  Sou  inteligente,  tenho  um  coração  de  ouro  e  não  economizo  na  hora  H.  Dou  sempre  o  máximo.  E  minha  vida  estava  um  mar  de  rosas...”
Tudo  estava  sob  controle  na  vida  do  charmoso  Dr.  Chase:  bom  emprego,  mulheres  bonitas  e,  em  breve,  um  belo  apartamento  em  Chelsea  para  morar.  Esse  era  o  plano,  até  que  o  dono  do  seu  futuro  endereço  muda  de  ideia  e  Chase  fica  literalmente  na  rua,  afinal,  é  quase  impossível  achar  um  bom  lugar  para  morar  em  Nova  York.    A  saída:  dividir  o  apartamento  com  Josie,  a  irmã  mais  nova  de  seu  amigo.  A  linda  e  sedutora  irmã  de  seu  melhor  amigo.   
E  em  “Pacote  Completo”  conheceremos  Chase  e  Josie  –  irmã  mais  nova  de  Nick  Hammer,  protagonista  de  Mister  O.  Chase  e  Josie  são  amigos,  melhores  amigos,  e  quando  Chase  não  consegue  encontrar  um  lugar  para  morar,  ele  acaba  indo  dividir  um  apartamento  com  Josie.  Até  então,  tudo  normal.  O  que  Chase  não  contava  era  que  a  sua  amiga,  a  linda,  inteligente  e  gente  boa  Josie,  ia  acabar  na  sua  cama!                                                                                     E  o  que  começou  como  uma  ajuda  mútua  de  amigos  vai  se  tornar  uma  tentação  irresistível.  Afinal  Josie  era  tudo  o  que  Chase  queria,  um  pacote  completo! 



Lauren Blakely  vive  na  Califórnia  com  sua  família  e  teve  a  inspiração  para  cada  uma  de  suas  histórias  enquanto  passeava  com  seus  cachorros.  É  reconhecida  pelo  seu  estilo  de  romance  contemporâneo:  quente,  romântico  e divertido.  Com  catorze  best-sellers,  seus  títulos  aparecem  no  topo  das  listas  do  The  New  York  Times  e  do  USA  Today  e  já  venderam  mais  de  1,5  milhão  de  exemplares.  No  Brasil  publicou  Big  Rock  e  Mister  O.  Todos  inovam  ao  contar  histórias  românticas  do  ponto  de  vista  masculino.


É isso aí, pessoal. Esses foram os lançamento do mês na Faro, espero que tenham gostado, não deixem de pontuarem as suas opiniões aqui nos comentários e de compartilhar este post (é sempre de grande ajuda).

Beijão!!! Até a próxima. 😉💖 


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