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02/02/2016

RESENHA - Cidade dos Dragões: Legado Ranger II (Raphael Draccon)

Ficha técnica:
Referência bibliográfica: DRACCON, Raphael. Cidade de Dragões: Legado Ranger II. 1ª edição. Rio de Janeiro, Fantástica Rocco, 2015. 319 páginas.
Gênero: Fantasia;
Temas: Dragões, dimensões paralelas, terrorismo, demônios;
Categoria: Literatura Nacional;
Ano de lançamento: 2015;
Série Legado Ranger: Cemitério de Dragões: Legado Ranger I; Cidade de Dragões: Legado Ranger II.








AVISO: Esta é a resenha de um livro que pertence a uma série, portanto, há spoilers referentes ao livro anterior. A resenha da obra anterior esta no link acima.





“Em um cenário quase apocalíptico, havia carros batidos e destroçados, monumentos destruídos, pessoas caídas, machucadas e carbonizadas. E também fumaça, choro e lamentos, mas cada vez menos orações. Repórteres e jornalistas continuaram a transmitir ou retransmitir as imagens locais, tentando explicar o que acontecera. Não importava o idioma; a mensagem que todos eles enviavam ao mundo era a mesma.
Os dragões haviam chegado.”
*Cidade de Dragões: Legado Ranger II (pág. 13).



             Rio de Janeiro.
            A Cidade Maravilhosa sempre foi palco de grandes acontecimentos. E estava para testemunhar o maior e pior evento dos últimos tempos, que passaria a fazer parte para sempre dos livros de História, retratando o começo de uma nova era para a humanidade: a chegada dos dragões.
            Antes disso, Derek, Romain, Daniel, Ashanti e Amber enfrentavam seus próprios demônios ao voltarem para o seu mundo. Cada um deles reagiu à sua maneira aos eventos do cemitério. Derek e Ashanti angariavam inimigos e aliados pelo caminho ao usarem seus poderes para fins próprios. Amber tentava esquecer o que viu e sentiu naquele inferno, Romain usava os poderes do simbionte para tornar-se um astro, enquanto Daniel estudava meios de aprimorar a tecnologia.
           E mais uma vez, os cinco teriam de unir forças para derrotar um inimigo que ameaçava destruir toda aquela dimensão.
               Seriam eles capazes de sobreviver em sua própria realidade?
        Cidade de Dragões: Legado Ranger II, obra do autor Raphael Draccon, traz para os leitores a continuação de Cemitério de Dragões: Legado Ranger I (resenha), onde os cinco metalizados finalmente conseguem voltar para casa. Cada um deles tem de lidar à sua maneira com os eventos que se sucederam no cemitério e aceitar que tudo aquilo foi real, pois, com eles, vieram seus braceletes simbiontes que lhe conferiam poderes incríveis, mas que traziam grandes responsabilidades e perigos.
             A história começa exatamente onde a primeira parou: em um ataque de dragões à Cidade Maravilhosa. Depois de promoverem uma destruição sem escalas, transmitida para o mundo todo pela televisão, a narrativa começa a se focar nos personagens e no que aconteceu a eles nesses doze meses que se passaram desde que eles emergiram pelo portal e no que está acontecendo a eles no presente, já que o mundo descobriu que pessoas em armaduras de metal-vivo e dragões existiam e estavam entre nós.

Só pensa... por um momento... um bicho desse tacando fogo na sua cidade...

             Confesso que eu não sabia bem o que esperar dessa obra. Após os eventos do primeiro livro, fiquei me perguntando o que aconteceria a seguir, quais os passos que os personagens dariam agora que voltaram pra casa (um pensamento recorrente para quem assistia Caverna do Dragão). Como no outro livro, a obra vai alternando a narrativa entre os personagens, pois eles novamente estão separados. Derek tem de dar explicações a seus superiores, já que todos o consideravam morto em combate; Ashanti volta à Ruanda e começa uma campanha para unificar o povo; Romain finalmente vê o sonho de ser um ator virar realidade; Amber vê seu sonho de lutadora se esvair definitivamente, mas encontra esperanças na companhia do irmão; e Daniel se torna um dos Hackers mais influentes do globo. Isso tudo antes da chegada dos dragões a nossa dimensão.  

Os personagens do Draccon voltaram para casa...

               Novamente, a forte amizade entre Daniel e Romain acaba por se tornar o ponto forte da obra. Os dois roubam a cena sempre que aparecem, geralmente para se meter em alguma encrenca. Romain, sendo um homem sarcástico e "zueiro" pega tanto no pé de Daniel que você chega a sentir dó do garoto. Em contrapartida, por ser um hacker extremamente "nerd", Daniel usa isso como arma para zombar de Romain, em diálogos divertidos que me arrancaram muitas risadas.

               "Romain engasgou e segurou o riso, contendo todo o escárnio do mundo dentro de si. Ergueu os braços como se dissesse com gestos tudo bem, sem julgamentos, família a gente não escolhe.
               Daniel respirou forte e caminhou para a entrada, sabendo que se arrependeria pelo resto da vida. Romain tentou se manter neutro, mas assim que Daniel desapareceu na porta de entrada, ele soltou o ar, gargalhando, estalou a palma na própria testa e balançou a cabeça, dizendo em voz alta:
               - Daniel, você está frito na minha mão! Para sempre!"
*Cidade de Dragões: Legado Ranger II (pág. 217).

             Seguindo o caminho inverso, os diálogos entre Amber e Derek e posteriormente entre Amber e Ashanti foram muito rasos. Apesar do autor ter inserido um pouco mais do passado e principalmente, das motivações desses personagens, na minha opinião eles tinham muito mais a mostrar, mas ficaram presos em diálogos um tanto tediosos e as vezes até superficiais. Vai ver porque os diálogos de Romain e Daniel destoavam (e muito) dos outros. Virava as páginas esperando quando eles iriam aparecer novamente. Outra justificativa possível para meu descontentamento com os outros personagens tenha sido os estereótipos um tanto exagerados. A exemplo de Derek que, tendo aquele conceito de soldado descontente com o governo, após alguns eventos relatados no livro, virou uma espécie de "Justiceiro" arrogante misturado com "Capitão America" que se arrisca por tudo e todos.   

Arte conceitual das armaduras de Metal-Vivo
            As referências, como era de se esperar, são muitas. Temos as homenagens às series de TV Tokusatsu japonesas, desenhos como Caverna do Dragão, séries e filmes cultuados pela cultura pop, entre outros. Mas uma me chamou atenção pela criatividade do autor: Derek explicou a seus superiores que realizava missões secretas (nem mesmo a alta patente do pentágono sabia) que seu pelotão (de codinome "Flashmen") chamava de "episódios". Cada episódio deveria ser encerrado em 20 minutos (tempo médio de um episódio de anime ou seriado). Em cada episódio eles derrotavam um "monstro", que era algum líder ou facção criminosa abatida. A primeira missão do grupo foi apelidada de "Episódio-piloto". Quando o esquadrão de Derek participava de um mesmo "episódio" com o outro esquadrão (de codinome "Maskmen"), eles chamavam a missão de "Crossover" e quando era preciso vários episódios para concluir algo, eles chamavam de "Temporada". Inusitado para uma organização tão rígida como é o exército americano, mas não deixa de ser genial.
           Senti necessidade de notas de rodapé que explicassem (e traduzissem) certas palavras usadas na narrativa, pois a obra se passa em vários lugares do globo, desde o Brasil até o Japão, e por consequência, termos desses países são usados com certa frequência pelo autor para exemplificar o local em que a história acontece. Algumas são explicadas pelos próprios personagens (como é o caso de Daniel, ao explicar a Romain coisas japonesas), mas algumas outras ficam sem explicação/tradução. Por conta dessa falta, os leitores que não sabem falar Francês e Japonês, por exemplo, podem se ver obrigados a parar a leitura para consultar um tradutor.
              E por fim, volto a criticar a velocidade com que a obra foi concluída. O autor outra vez (falei sobre isso na resenha do livro anterior) passou o final como se estivesse acelerando um vídeo com o controle remoto. Foi tudo muito rápido. Comparado ao resto da obra, o final passou como um borrão, tão ligeiro que quando cheguei na última página me peguei pensando "ué, mas já acabou?". E não acredito que tenha sido uma estratégia para o próximo volume. É quase como se ele tivesse que "economizar" páginas ou então "ir mais rápido, pois o prazo de entrega da obra para revisão estava no fim". Não sei exatamente o que é, só sei que isso não é algo comum para alguém do seu calibre, com obras espetaculares nas costas. No entanto, Draccon deixou um belo (e chocante) gancho na última página fez querer para ontem o terceiro volume.

Os dragões invadiram a minha realidade :)
              A obra é narrada em terceira pessoa. O autor usa uma narrativa truncada onde são descritos eventos do tempo em que o grupo teve de lidar com as consequências de seu retorno do cemitério aos acontecimentos do presente, posterior ao primeiro ataque dos dragões no Brasil. A fluidez é suave, sem o uso exagerado de sinônimos e termos muito complexos que remetem a viagens dimensionais, tecnologias futuristas ou coisas do gênero que geralmente encontramos em obras mais Sci-Fi. Porém, o leitor pode sofrer um pouco nas descrições de criaturas, cenários e batalhas, que são algumas vezes muito complicadas de se imaginar para quem não está acostumado a esse estilo de história. Os personagens seguem as mesmas características de personalidade vistas no primeiro livro. A revisão está ótima, um errinho ou outro que encontrei, nada grave. A formatação não deixa o leitor na mão, com letras grandes e bem espaçadas, folhas amareladas boas para leitura. Cada capítulo é ilustrado por um dragão e um número, seguido da localização geográfica onde a narrativa se desenrola. A capa é sensacional e transmite com perfeição o que os leitores vão encontrar nesse livro: caos, destruição e mortes.
           Raphael Draccon é romancista, roteirista e editor. É o autor mais jovem a assinar com os braços nacionais de duas das maiores holdings editoriais do mundo. Além de integrante do RapaduraCast, é roteirista premiado pela American Screenwriter Association e chegou ao quarto lugar dos mais vendidos no México pela Random House. Responsável pela indicação da obra de George R.R. Martin, "Crônicas de Gelo & Fogo", é hoje autor da editora Rocco, estreando o novo selo de fantasia da empresa. O autor é um dos escritores mais influentes do mercado literário brasileiro e já conquistou uma verdadeira legião de leitores dentro e fora do país. Algumas de suas obras já foram publicadas em Portugal e no México, onde entrou para a lista dos mais vendidos.
             Cidade de Dragões: Legado Ranger II é uma história para aqueles que, como eu, adoravam os heróis de cores diversas que vertiam faíscas ao invés de sangue quando atingidos. Que faziam pose (sempre faça pose!) quando um vilão explodia, depois de ser derrotado pelos mocinhos. Que tinham acesso a armas (que surgiam do nada) de modelos variados e poderes únicos capazes de feitos inimagináveis. E que gritavam (ou faziam algum movimento exagerado com as mãos) na hora em que se transformavam. Esse livro é para essa galera relembrar esses tempos. E some isso a uma boa dose sombria de destruição e mortes. Recomendo também para os amantes de fantasia, pois dragões, demônios e magia permeiam as páginas desse livro. Agora, não recomendo para qualquer um. O livro, se fosse receber um selo de classificação, provavelmente seria de +18, pois são muitas as cenas, descrições e falas de personagens que remetem à violência desmedida e ao sexo explícito. Então, tenha isso em mente quando for adquirir esse livro. E por fim, aos fãs do autor. Quem leu "Cemitério de Dragões", vai ficar chocado com os rumos mostrados nesse segundo volume.
             Uma vez, Raphael Draccon disse que talvez esse seja o livro mais perturbado que já escreveu.
             De fato, das que eu já li, é mesmo.


Bibliografia de RAPHAEL DRACCON (ordem cronológica):

Livros:
  • Dragões de Éter: Caçadores de Bruxas - Editora Planeta (2007);
  • Dragões de Éter: Corações de Neve - Editora Leya Brasil (2009);
  • Dragões de Éter: Círculos de Chuva - Editora Leya Brasil (2010);
  • Espíritos de Gelo - Editora Leya Brasil (2011);
  • Fios de Prata: Reconstruindo Sandman - Editora Leya Brasil (2012);
  • Cemitério de Dragões: Legado Ranger 1 - Editora Rocco (2014).
  • Cidade dos Dragões: Legado Ranger 2 - Editora Rocco (2015)


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Comentários
26 Comentários

26 comentários:

  1. Confesso que esses não são livros que leria com facilidade. Parece ser bem feito e tem uma trama legal, com muitas coisas que chamam atenção e o autor é muito bom no que faz pelo jeito, mas já vi algumas coisas que não gostei deles (livros da série) e além disso não sou muito de ler esse gênero, é bem raro... Apesar de tudo, se por exemplo acabasse ganhando leria e talvez gostasse e muito, mas não tenho iniciativa pra pegar por conta própria por medo de acabar na decepção :S

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    1. Entendo perfeitamente Cristian :)
      Espero que alguém te dê algum desses livros de aniversário rsrs

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  2. Eu tenho muito interesse em ler os livros do Raphael Draccon, e apesar de algumas coisas não muito boas citadas na resenha, como diálogos superficiais, eu gostei bastante da ideia do livro, e quando puder vou ler com certeza.

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    1. Bia, apesar dos pesares, vale a pena acompanhar as obras do Draccon. Ele é um ótimo escritor. Se vale a dica, leia "Fios de Prata". Pra mim é a melhor obra dele :)

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  3. Oi, Luciano
    Eu já tive oportunidade de ler uma obra de Draccon e gostei muito. Eu acho que sentiria falta também de explicações sobre algumas palavras, isso é muito incomodo quando acontece em um livro. Mas acho que o livro tem os aspectos positivos também e acho que por isso eu leria. Gostei de saber sua opinião.
    Preciso ler o primeiro volume antes.

    livrosvamosdevoralos.blogspot.com.br

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    1. Oi Letícia. Apesar dos pontos negativos, o Draccon é um grande autor e suas obras tem de ser apreciadas. Qual obra dele você leu?
      Beijos

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  4. Gostei da resenha e faz tempo que desejo esse livro, espero conseguir ler logo, pois sempre fico com mais curiosidade sobre ele. Sou amante da fantasia e sem a menor dúvida vou amar esse livro.

    http://luxuosoestilo.blogspot.com.br/2016/02/grupo-editora-pensamento.html

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  5. Oiii, tudo bem?
    Gente que resenha e fotos são essas, já tinha visto muitas coisas sobre este livro,porém não havia lindo a resenha e me apaixonei pelo livro <3
    Beijão

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  6. Gente! Que genial... dragões no Rio haha, não sabia que era dessa forma a história, confesso que só li partes da resenha por medo dos spoilers que vc avisou que teria, mas me interessei muito pela história!
    www.belapsicose.com

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    1. Oi Ana! Apesar de não ter Spoiler do livro em si, fica impossível falar dele sem comentar coisas do primeiro, que no caso são spoilers rsrs
      Espero que curta ;)
      Beijos

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  7. Luciano, vc acredita que até hoje não consegui terminar de ler Dragões de Éter? Aí quando vejo esses outros livros do Draccon fico toda "PQP! Preciso terminar Dragões de Éter pra ler esses!". Achei a escrita do Draccon muito boa, mas não sei o porquê, fiquei meio encalhada na história. Mas ainda tenho fé que vou terminar! ADoro dar apoio para escritores nacionais e o Draccon tem se tornado um grande peso para a nossa literatura, como você mesmo disse na resenha.

    Eu namorei um menino que foi amigo do Draccon na adolescência e ele me contou que desde sempre o Draccon dizia que um dia ia se tornar um grande escritor. Um perfeito exemplo de que perseguir seus sonhos vale a pena, né? Mesmo que todo mundo diga que é meio improvável (ou muitas vezes escutamos "esquece, aqui no Brasil isso não funciona").

    Um Metro e Meio de Livros

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    1. Oie. Me dizem que existem dois tipos de pessoas que leram Dragões de Éter: os que amam e os que odeiam rsrs
      Eu ainda não li, então não posso dizer. Fora ser um grande escritor, ele é um grande exemplo de garra e perseverança por lutar pelos sonhos. Eu o admiro muito por isso.
      Beijos.

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  8. Cara,tô muito curioso com essa saga. É exatamente o tipo de livro que eu gosto e a sua resenha me convenceu bastante. Muito boa,parabéns!
    Adorei teu blog.Seguindo :)

    http://estantelivrainos.blogspot.com.br

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    1. Olá, Rodrigo! Espero que você curta a obra :)
      E obrigado pelo elogio. Abraços cara \0

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  9. Olá Luciano, comprei esse mês esse segundo volume para ler e estou bem animada para saber como vai se deslanchar essa invasão, pelos seus comentários deu para perceber que apesar de alguns pontos e diálogos que poderiam ser melhor trabalhados o livro esta tão bom quanto o primeiro *-*

    Visite "Meu Mundo, Meu Estilo"

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    1. Oi Jessica! Eu vi no seu post que é uma de suas leituras de Fevereiro. Apesar das críticas, essa é uma serie que merece ser lida :)
      Espero que você goste.
      Beijos ;)

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  10. Mesmo com sua resenha, eu não tenho nenhum interesse nessa série, já li tantas resenhas negativas que deixarei passar, esse e o primeiro.

    Abraços & até!

    lendoferozmente.blogspot.com.br

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  11. Bem no momento o livro não me agrada (mesmo a resenha sendo bem feita e detalhada), mas agora estou com uma coisa de romance clichê (olha a faze!), mas vou anotar para ler futuramente.

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  12. Olá, tudo bem? Ainda não li nada do autor e, apesar de curtir o gênero fantasia, as suas obras nunca chamaram a minha atenção. Legal que ele usa referências como A Caverna do Dragão, isso me chamou a atenção para a obra, pois senti saudade da infância. Também me incomoda muito quando um autor acelera os acontecimentos para encerrar logo o livro, sinto que fica faltando algo. Realmente se o livro tem termos em outros idiomas seria bom se existissem notas de rodapé quando o próprio personagem não explica o significado da palavra, já passei por isso com outras obras!

    Beijos,

    Mari

    cantinhodeleituradamari.blogspot.com.br

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  13. Oie
    não sou fã do gênero então dessa vez vou deixar a dica passar mas sua resenha está muito legal

    Beijos
    http://realityofbooks.blogspot.com.br/

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  14. Olá
    Eu adoro livros de fantasia, mas não li nenhum livro sobre dragões. Essa série parece ser bem legal e fiquei curiosa, só não sei quando poderei ler, já que a fila está gigantesca e as séries precisam ser colocadas em ordem.

    Beijo
    Lovesbooksandcupcakea.blogspot.com

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  15. Oi!
    Vi muitos comentários positivos sobre a serie do Raphael mas ainda não tinha lido a resenha e lendo a desse livro gostei bastante da historia parece que o autor cria uma ótima serie com um mundo fantástico e gostei das referencias que ele faz e sabendo que o segundo livro não decepciona me deixou ainda mais animada para começar a serie !!

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